Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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São Paulo companhia de Dança Associação Prodança

SPCD

Histórico

Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança é dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo apresenta espetáculos no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior. Desde sua criação já foi assistida por um público superior a 720 mil pessoas em 17 diferentes países, passando por aproximadamente 142 cidades, em mais de 900 apresentações.
Indigo Rose (1998) Imagem 2 Mamihlapinatapai
Imagem 4 Gnawa Grand Pas de Deux de Dom Quixote
In the Middle, Somewhat Elevated Petite Mort La Sylphide (2014)

Criada em janeiro de 2008, a São Paulo Companhia de Dança é um corpo artístico da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela Associação Pró-Dança e dirigida por Inês Bogéa, doutora em Artes, bailarina, documentarista e escritora. A São Paulo é uma Companhia de repertório, ou seja, realiza montagens de excelência artística, que incluem trabalhos dos séculos XIX, XX e XXI de grandes peças clássicas e modernas a obras contemporâneas, especialmente criadas por coreógrafos nacionais e internacionais. A difusão da dança, produção e circulação de espetáculos é o núcleo principal de seu trabalho. No total, a Companhia já realizou: 24 obras canônicas da dança, além de 44 criações – 31 de coreógrafos brasileiros e 13 de coreógrafos internacionais. A São Paulo apresenta espetáculos de dança no Estado de São Paulo, no Brasil e no exterior e é hoje considerada uma das mais importantes companhias de dança da América Latina pela crítica especializada. Desde sua criação, já foi assistida por um público superior a 720 mil pessoas em 17 diferentes países, passando por mais 142 cidades, em mais de 900 apresentações. Desde sua criação, a Companhia já acumulou 26 prêmios e indicações, nacionais e internacionais. Além da Difusão e Circulação de Espetáculos, a SPCD tem mais duas vertentes de ação: os Programas Educativos e de Formação de Plateia e Registro e Memória da Dança.

Os Programas Educativos e de Formação de Plateia, vem do movimento da Companhia por cada cidade por onde ela se apresenta. Na Palestra de Dança temos a oportunidade de diálogo sobre os bastidores desta arte, nas Oficinas de Dança a proposta é promover um encontro para os participantes vivenciarem o cotidiano dos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança, nos Espetáculos Gratuitos Para Estudantes e Terceira Idade a proposta é ver, ouvir e perceber o mundo através desta arte, e por meio do Dança em Rede, uma enciclopédia online e colaborativa disponível no site da Companhia, mapeamos a dança de cada cidade por onde a São Paulo passa.

A dança tem muitas histórias e, para revelar um pouco delas, a Companhia criou uma série de documentários titulada Figuras da Dança, que leva ao público essa arte contada por quem a viveu e pode ser vista nos canais Arte 1, Canal Curta!, TV Cultura, Multicultura, Univesp TV e no Youtube. A série conta hoje com 35 episódios. A São Paulo Companhia de Dança também publicou sete livros de ensaios, além de documentários para professores e outros que registram os bastidores da sua ação.

Entre suas 44 criações figuram as obras: Polígono, do italiano Alessio Silvestrin; Ballo, de Ricardo Scheir; Entreato, de Paulo Caldas; Passanoite, de Daniela Cardim; Os Duplos, de Maurício de Oliveira; Inquieto, de Henrique Rodovalho; Bachiana nº1, de Rodrigo Pederneiras; Pormenores, de Alex Neoral; Mamihlapinatapai e Ngali... de Jomar Mesquita, com colaboração de Rodrigo de Castro; Azougue, de Rui Moreira; Peekaboo, de Marco Goecke; Utopia ou O Lugar que Não Existe, de Luiz Fernando Bongiovanni; Romeu e Julieta, de Giovanni Di Palma; Vadiando, de Ana Vitória; The Seasons e Trick Cell Play, de Édouard Lock; Grand Pas de Deux de O Cisne Negro, Le Spectre de La Rose e La Sylphide, de Mario Galizzi a partir das obras originais de Marius Petipa, Michel Fokine e August Bournonville, respectivamente; GEN e Agora, de Cassi Abranches; Bingo!, de Rafael Gomes; Céu Cinzento e Primavera Fria, de Clébio Oliveira; Litoral, de Mauricio Wainrot; O sonho de Dom Quixote, de Márcia Haydée; Epiderme, de Binho Pacheco; Pivô, de Fabiano Lima; Six Odd Pearls, de Richard Siegal; Suíte de Raymonda, de Guivalde de Almeida a partir do original de 1898 de Marius Petipa; Instante, de Lucas Limas; Balé Pulcinella, de Giovanni Di Palma; O Lago dos Cisnes e II Ato de O Lago dos Cisnes, de Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa; Melhor Único Dia, de Henrique Rodovalho; Petrichor, de Thiago Bordin; Bernstein 100, de Erika Novachi e Edson Guiu; Schumann ou os Amores do Poeta, de Cassi Abranches e Milton Coatti; Odisseia, de Joelle Bouvier; Mira, de Milton Coatti; A Morte do Cisne, de Lars Van Cauwenbergh; Sonho de Valsa, de Rafael Gomes e; Coreogravity, de Clébio Oliveira.

Entre as 24 obras canônicas da dança, figuram: Les Noces, de Bronislava Nijinska; Tchaikovsky Pas de Deux , Theme and Variations e Serenade, de George Balanchine; Prélude à l' après-midi d'un Faune, de Marie Chouinard; Sechs Tänze,Petite Mort, Indigo Rose e 14’20’’, de Jirí Kylián; Legend, de John Cranko; Supernova e Pássaro de Fogo, de Marco Goecke; Ballet 101, de Eric Gauthier; Por Vos Muero e Gnawa, de Nacho Duato; Grand Pas de Deux de O Quebra-Nozes, de Marius Petipa e Lev Ivanov; Grand Pas de Deux de Dom Quixote, de Marius Petipa; In the Middle, Somewhat Elevated e Workwithinwork, de William Forsythe; Grand Pas de Deux de O Corsário, de Marius Petipa (tirar isso aqui); Suíte para Dois Pianos, de Uwe Scholz; Fada do Amor e Carmen, de Márcia Haydée; O Talismã Pas de Deux, de Pablo Aharonian.

ACESSIBILIDADE

Desde 2013 a São Paulo Companhia de Dança utiliza o recurso de audiodescrição – modo que transmite ao público cego, por meio de fones de ouvido, informações sobre cenário, figurino e, principalmente, os movimentos dos bailarinos – em suas apresentações por espaços públicos do interior e da capital de São Paulo. E desde 2014, com o objetivo de viabilizar a implantação de mais recursos de acessibilidade comunicacional, a São Paulo, ampliou o programa por meio da tecnologia avançada de aplicativo gratuito que transmite para dispositivos móveis, os recursos de audiodescrição, interpretação em LIBRAS e subtitulação, permitindo às pessoas com deficiência entrarem em contato com a experiência da dança. A São Paulo Companhia de Dança possui equipamentos para as pessoas que não tiverem o aplicativo.

São Paulo Companhia de Dança
Rua Três Rios 363  •  1º andar  •  Bom Retiro  •  São Paulo  •  SP  •  01123-001  •  Tel: +55 11 3224-1380
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 10h00 às 19h00 e Sábado, das 10h00 às 14h00

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