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Produções Artísticas | Criações
La Sylphide
Foto: Clarissa Lambert
Le Spectre de La Rose (2014)
Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1911 Michel Fokine (1880-1942)
Música: Carl Maria von Weber (1786-1826)
Cenário e figurinos: Fabio Namatame
Iluminação: Wagner Freire
Estreia da obra de Michel Fokine: 1911, Diaghilev’s Ballets Russes, Monte Carlo, Mônaco
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos


Um clássico moderno, no qual vemos uma nova relação entre o homem e a mulher, diferente dos clássicos românticos em que os homens sonham com uma mulher ideal. Nesta obra, uma jovem recebe uma rosa em seu primeiro baile e ao retornar para casa adormece e sonha com o espírito da rosa que é também o perfume do jovem que lhe presenteou. Baseada no poema de Théophile Gautier (1811-1872), este clássico moderno foi criado por Michel Fokine. A música Convite à Dança, escrita por Carl Maria Von Weber (1786-1826) para piano, em 1819, foi orquestrada por Hector Berlioz (1803-1869) em 1841, renomeada de Convite à Valsa.
La Sylphide
Foto: Wilian Aguiar
La Sylphide (2014)

Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1836 de August Bournonville (1805-1879)
Música: Herman Lovenskjold (1815-1870)
Cenário: Marco Lima
Iluminação: José Luis Fiorruccio
Figurinos: Beth Filipecki (personagens), Marilda Fontes (sylphides)
Estreia da obra de August Bournonville: 1836, The RoyalDanish Ballet, Copenhague, Dinamarca
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 60 minutos com 44 bailarinos   

La Sylphide, um conto de fadas para todas as idades, é um marco do balé romântico no qual a dupla aparição feminina – sensual e etérea – simboliza a dualidade do corpo e do espírito. A obra é dividida em dois atos: no primeiro vemos a cena dos preparativos para a festa de casamento de James e Effie, e os encontros e desencontros do amor; no segundo encontramos um mundo imaginário permeado de personagens fantásticos como sylphides - seres alados da floresta - e bruxas.
Vadiando
Foto: Édouard Lock
The Seasons (2014)

Coreografia: Édouard Lock
Música original: The Seasons, Gavin Bryars
Cenografia: Armand Vaillancourt
Figurinos: Liz Vandal (mulheres), Édouard Lock (homens)
Estreia mundial: 2014, Teatro José de Castro Mendes, Campinas
Duração: 50 minutos com 12 bailarinos

As imagens criadas por Édouard Lock em The Seasons revitalizam o sentido da memória da dança. Na cena se podem observar diversas camadas, que interagem umas com as outras – dança, música, cenário e luz – e criam novas relações, tanto para quem vê, quanto para quem está na cena. Cada gesto tem seu correspondente em um movimento da luz, que corta o espaço como se editasse ao vivo o que se vê. O gestual oscila entre movimentos vigorosos e de muita suavidade. Lentidão e rapidez intensa permeiam as cenas, na velocidade do pensamento, desorientando nossa percepção.

Petite Mort
Foto: Rogério Alves
Grand Pas de Deux de O Cisne Negro (2014)

Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa (1818-1910)
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)
Iluminação: Guilherme Paterno
Figurinos: Tânia Agra
Estreia da obra de Marius Petipa: 1895, The Imperial Ballet, São Petersburgo, Rússia
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Luiz Mendonça, Recife
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

Este duo marca o encontro do príncipe Siegfried com Odile, o Cisne Negro. Filha do feiticeiro Rothbart, ela deseja encantar o príncipe para que ele quebre sua jura de amor eterno a Odete, o Cisne Branco, durante um baile. Para enganá-lo, Odile sutilmente alterna sensualidade e doçura, e deixa transparecer toda sua maldade. Este é um dos grandes momentos do terceiro ato deste balé, um dos mais conhecidos do mundo
Vadiando
Foto: Silvia Machado
Vadiando (2013)

Coreografia: Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa (1818-1910)
Música: Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1983)
Iluminação: Guilherme Paterno
Figurinos: Tânia Agra
Estreia da obra de Marius Petipa: 1895, The Imperial Ballet, São Petersburgo, Rússia
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Luiz Mendonça, Recife
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos

Este duo marca o encontro do príncipe Siegfried com Odile, o Cisne Negro. Filha do feiticeiro Rothbart, ela deseja encantar o príncipe para que ele quebre sua jura de amor eterno a Odete, o Cisne Branco, durante um baile. Para enganá-lo, Odile sutilmente alterna sensualidade e doçura, e deixa transparecer toda sua maldade. Este é um dos grandes momentos do terceiro ato deste balé, um dos mais conhecidos do mundo
Utopia Crédito: Marcela Benvegnu
Foto: Marcela Benvegnu
Romeu e Julieta (2013)

Encenação e coreografia: Giovanni Di Palma
Música: Sergei Prokofiev (1891-1953)
Desenho de luz: Udo Haberland
Dramaturgia: Nadja Kadel
Cenário e figurinos: Jérôme Kaplan
Estreia mundial: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 90 minutos com 29 bailarinos 

Romeu e Julieta, a clássica tragédia de William Shakespeare (1564-1616), ganha vida no corpo dos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança numa versão especialmente criada pelo coreógrafo italiano Giovanni Di Palma sobre a música de Sergei Prokofiev (1891-1953). Dividida em dois atos e dez cenas, conta a história dos jovens Romeu e Julieta, impedidos de viver livremente seu amor por causa da briga entre suas famílias. Uma trágica história de amor e ódio que mantêm-se atemporal e encanta diferentes plateias no mundo todo.

Utopia Crédito: Marcela Benvegnu
Foto: Marcela Benvegnu
Utopia ou O Lugar Que Não Existe (2013)

Encenação e coreografia: Giovanni Di Palma
Música: Sergei Prokofiev (1891-1953)
Desenho de luz: Udo Haberland
Dramaturgia: Nadja Kadel
Cenário e figurinos: Jérôme Kaplan
Estreia mundial: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 90 minutos com 29 bailarinos 

Romeu e Julieta, a clássica tragédia de William Shakespeare (1564-1616), ganha vida no corpo dos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança numa versão especialmente criada pelo coreógrafo italiano Giovanni Di Palma sobre a música de Sergei Prokofiev (1891-1953). Dividida em dois atos e dez cenas, conta a história dos jovens Romeu e Julieta, impedidos de viver livremente seu amor por causa da briga entre suas famílias. Uma trágica história de amor e ódio que mantêm-se atemporal e encanta diferentes plateias no mundo todo.

Bailarino-Rafael-Gomes_Foto-Marcela-Benvegnu
Foto: Marcela Benvegnu
Peekaboo (2013)

Coreografia e figurino: Marco Goecke
Música: Simple Symphony, Benjamin Britten (1913-1976), H.Y.V.Ä e Sininen ja valkoinen, com o coral Mieskuoro Huutajat
Desenho de Luz: Udo Haberland
Dramaturgia e organização: Nadja Kadel
Execução de figurinos: Thomas Lampertz
Coprodução: Movimentos Festival Wolfsburg
Estreia mundial: 2013, Wolfsburg, Alemanha
Duração: 19 minutos com 8 bailarinos 

Em Peekaboo, o coreógrafo alemão Marco Goecke lida com ato de esconder e revelar de forma instigante. O título se refere a um jogo infantil conhecido pelas crianças: a pessoa espia (peek em inglês), esconde o rosto e, de repente, reaparece e diz: ‘achou’ ou ‘boo’. Na obra, a sinfonia de Britten combinada com o som do coro finlandês Huutajat, revela contrastes: ao mesmo tempo em que fala de fantasia, traz à tona os medos e a solidão de cada bailarino. O elenco se alterna em solos, duos, trios e conjuntos, a movimentação é rápida e precisa e os intérpretes aparecem e desaparecem misteriosamente da cena. “Tudo é uma questão para se perder e encontrar”, fala o coreógrafo.

Mamihlapinatapai Pamela Valim e Bruno Veloso
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Mamihlapinatapai (2012)

Coreografia: Jomar Mesquita com colaboração de Rodrigo de Castro
Músicas: Marina de La Riva, composição de Silvio Rodrígues (Te Amaré Y Después); Rodrigo Leão (No Se Nada); e Cris Scabello (Tema final); Cartola e Grupo Planetangos (As Rosas não Falam)
Figurinos: Cláudia Schapira
Iluminação: Joyce Drummond
Estreia mundial: 2012, Teatro GEO, São Paulo
Duração: 20 minutos com 8 bailarinos

Mamihlapinatapai trata da relação de desejo entre homem e mulher. Um olhar compartilhado por duas pessoas, cada uma desejando que a outra tome uma iniciativa para que algo aconteça, porém, nenhuma delas age. Este é significado de Mamihlapinatapai, palavra indígena originária da língua yaghan, de uma tribo da Terra do Fogo. O coreógrafo Jomar Mesquita utiliza elementos desconstruídos da dança de salão para criar a peça.

Cena de Azougue, de Rui Moreira
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Azougue (2012)

Coreografia: Rui Moreira
Assistente de coreografia: Bete Arenque
Música: Rui Moreira e Lobi Traoré
Figurinos: Eduardo Ferreira
Iluminação: Domingos Quintiliano
Designer Gráfico: Guili Seara
Assistente de designer gráfico: Juarez Tanure
Estreia mundial: 2012, Teatro GEO, São Paulo
Duração: 12 minutos com 9 bailarinos

Azougue apresenta características da cultura afro-brasileira marcadas pelo timbre e sonoridade dos tambores. "Azougue é um termo de vários significados, mas a expressão que eu utilizei foi a daquela peculiar esperteza, vinda da região nordeste do país. É a pessoa que está inquieta, que não se deixa abater, que tem uma vibração acima do normal", conta o coreógrafo Rui Moreira. "Utilizei também a relação de azougue com o maracatu rural, no qual os caboclos de lança utilizavam um preparado energético com pólvora à base de cachaça e de uma erva chamada azougue para aguentarem o 'baque' do carnaval e o peso da roupa", explica Rui.

Ammanda Rosa e Nielson Souza em Pormenores, de Alex Neoral
Foto: Arnaldo J.G. Torres
Pormenores (2012)

Coreografia: Rui Moreira
Assistente de coreografia: Bete Arenque
Música: Rui Moreira e Lobi Traoré
Figurinos: Eduardo Ferreira
Iluminação: Domingos Quintiliano
Designer Gráfico: Guili Seara
Assistente de designer gráfico: Juarez Tanure
Estreia mundial: 2012, Teatro GEO, São Paulo
Duração: 12 minutos com 9 bailarinos

Azougue apresenta características da cultura afro-brasileira marcadas pelo timbre e sonoridade dos tambores. "Azougue é um termo de vários significados, mas a expressão que eu utilizei foi a daquela peculiar esperteza, vinda da região nordeste do país. É a pessoa que está inquieta, que não se deixa abater, que tem uma vibração acima do normal", conta o coreógrafo Rui Moreira. "Utilizei também a relação de azougue com o maracatu rural, no qual os caboclos de lança utilizavam um preparado energético com pólvora à base de cachaça e de uma erva chamada azougue para aguentarem o 'baque' do carnaval e o peso da roupa", explica Rui.

Polígono
Foto: Wilian Aguiar
Bachiana Nº 1 (2012)

Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Assistente de coreografia: Ana Paula Cançado
Música: Bachianas Brasileiras nº1, Heitor Villa-Lobos (1887-1959)
Execução: Violoncelistas da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) com participação especial de Antonio Meneses e regência de Roberto Minczuk (gravação selo BIS, 2003)
Iluminação: Gabriel Pederneiras
Figurinos: Maria Luiza Malheiros Magalhães
Estreia mundial: 2012, Teatro Municipal Dr. Losso Netto, Piracicaba
Duração: 20 minutos com 15 bailarinos 

Inspirado pela Bachianas Brasileiras n°1, de Heitor Villa-Lobos, Rodrigo Pederneiras criou uma coreografia em que a dança responde à estrutura íntima da música. Dividida em três movimentos, a obra evidencia a brasilidade, o romantismo e a paixão do nosso povo. Os violoncelos traduzem o gesto em si, e dessa afinação entre som e movimento surge a obra, que ganha acentos particulares no corpo de cada intérprete. Em Bachiana nº 1 a versatilidade dos bailarinos traz novas ênfases à linguagem de Pederneiras.

Os Duplos
Foto: Silvia Machado
Inquieto (2011)

Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho
Trilha sonora original: André Abujamra
Figurinos: Cássio Brasil
Cenografia: Shell Jr.
Execução de cenário: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Estreia mundial: 2011, Teatro Paulo Autran, São Paulo
Duração: 23 minutos com 11 bailarinos

Inquieto apresenta três faces do desassossego. Três personagens marcam a cena e pouco a pouco revelam diferentes inquietudes diante do mundo: uma velada, aparentemente imóvel, que transparece em pequenos gestos quase incontroláveis; outra determinada, como uma linha que risca de forma direta todo o espaço da cena; e outra traduzida propriamente em movimento: o corpo em suas diferentes articulações, conexões e sinuosidades expandidas no espaço. No desenvolvimento da peça, o terceiro personagem se desdobra em dez: os movimentos se multiplicam, passam pelos distintos intérpretes, como se fossem um. A música de André Abujamra cria o ambiente e revela as dinâmicas da obra. Imobilidade e movimento, sombra e luz, linhas retas e sinuosas. As polaridades vistas na cena nos instigam a interrogações em torno do espaço e suas possibilidades e invenções revelam um pouco da apreensão cotidiana.

Os Duplos
Foto: João Caldas
Os Duplos (2010)

Coreografia e iluminação: Henrique Rodovalho
Trilha sonora original: André Abujamra
Figurinos: Cássio Brasil
Cenografia: Shell Jr.
Execução de cenário: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Estreia mundial: 2011, Teatro Paulo Autran, São Paulo
Duração: 23 minutos com 11 bailarinos

Inquieto apresenta três faces do desassossego. Três personagens marcam a cena e pouco a pouco revelam diferentes inquietudes diante do mundo: uma velada, aparentemente imóvel, que transparece em pequenos gestos quase incontroláveis; outra determinada, como uma linha que risca de forma direta todo o espaço da cena; e outra traduzida propriamente em movimento: o corpo em suas diferentes articulações, conexões e sinuosidades expandidas no espaço. No desenvolvimento da peça, o terceiro personagem se desdobra em dez: os movimentos se multiplicam, passam pelos distintos intérpretes, como se fossem um. A música de André Abujamra cria o ambiente e revela as dinâmicas da obra. Imobilidade e movimento, sombra e luz, linhas retas e sinuosas. As polaridades vistas na cena nos instigam a interrogações em torno do espaço e suas possibilidades e invenções revelam um pouco da apreensão cotidiana.

Passanoite
Foto: Reginaldo Azevedo
Passanoite (2009)

Coreografia: Daniela Cardim
Música: Marcelo Petraglia, Hermelino Neder, Mário Manga e André Mehmari
Figurinos: Ronaldo Fraga
Iluminação: Domingos Quintiliano
Estreia mundial: 2009, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 20 minutos com 10 bailarinos 

Passanoite revela um delicado uso da técnica clássica sob o olhar contemporâneo. Baseada em puro movimento, a obra estabelece na compreensão física da música a dramaturgia da cena. A coreógrafa Daniela Cardim cria grandes eixos de movimentos que ecoam nos corpos dos bailarinos e reverberam principalmente nos gestos das mãos e dos braços. O corpo dá visualidade ao espaço. Segundo a coreógrafa, a música é a referência central de suas criações: “ela orienta a estrutura do balé, o tamanho do elenco, as formações de cada momento”. Os figurinos de Fraga são como pontos de luz que pontuam e riscam a cena. A luz de Quintiliano demarca e intensifica os espaços do palco e compõem junto com os movimentos ambiências que marcam a passagem do tempo.

Ballo
Foto: João Caldas
Ballo (2009)

Coreografia: Ricardo Scheir
Música Original: 
André Mehmari
Encenação, direção de arte, desenho de luz: 
Marcio Aurelio
Assistente de coreografia: 
Andrea Pivatto
Assistente de direção: 
Ligia Pereira
Estreia mundial:
2009, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo
Duração: 34 minutos com 31 bailarinos

O ponto de partida foi o tema de um madrigal de Claudio Monteverdi: Ballo Delle Ingrate - uma alegoria que mostra a punição das mulheres que não se entregam ao amor. As personagens representadas são Amor, Vênus, Plutão, quatro sombras do inferno e oito almas ingratas. A estas Scheir acrescentou Ariadne, como figura que acompanha a ação e lhe acrescenta significados. Em sua peça musical, Mehmari apresenta variações que remetem a diversos momentos da história da música e, assim, propõe um diálogo do antigo com o novo, do moderno com o arcaico. Responsável pela encenação, direção de arte e desenho de luz, Marcio Aurelio concebeu elementos cênicos e dramatúrgicos que se unem à coreografia e à música para compor esta peça que fala de questões centrais para o homem de todos.

Entreato
Foto: João Caldas
Entreato (2008)

Coreografia: Paulo Caldas
Música original: Sacha Amback
Figurinos: Raquel Davidowicz
Iluminação: Renato Machado
Assistente de coreografia: Carolina Wiehoff
Vídeo e cenário: Jurandir Muller
Estreia mundial: 2008, Teatro Alfa, São Paulo
Duração: 20 minutos com 4 bailarinos

Entreato nasceu como um desafio proposto ao coreógrafo, de criar uma peça a ser apresentada entre duas obras consagradas do repertório da dança – um entreato. Mas o nome evoca também o filme Entr’acte, de René Clair (1898-1981), diretamente citado na forma de uma projeção de vídeo realizado por Jurandir Muller. Nele, uma bailarina de tutu e sapatilhas de ponta, em lentíssima rotação, cria uma interferência que constitui um olhar deslocado sobre a tradição clássica e uma contagem temporal. Longe de qualquer sugestão óbvia de narrativa, Entreato tem por objeto o próprio movimento, com suas velocidades, lentidões, detenções e deformações.

Polígono
Foto: Reginaldo Azevedo
Polígono (2008)

Coreografia, direção e concepção cênica: Alessio Silvestrin
Música: Johann Sebastian Bach (1685-1750), Oferenda Musical BWV 1079, revisitada pelo conjunto belga Het Collectief
Iluminação: Wagner Freire e Alessio Silvestrin
Cenário e figurinos: Alessio Silvestrin
Assistente de figurinos: Marina Baeder
Criação de arte: Carmela Gross 
Criação de arte Corpo-a-Corpo: Laerte
Confecção de figurinos: Arte & Cia
Construção de cenografia: DMV Serviços e Montagem
Colaboração cenográfica: Mauricio de Oliveira e Ricardo Scheir
Assistente de cenografia: Bruno Anselmo
Assistência de direção: Maurício de Oliveira
Estreia mundial: 2008, Teatro Mário Covas, Caraguatatuba
Duração: 30 minutos com 24 bailarinos

Em Polígono, a dramaturgia parte da Oferenda Musical de Bach exemplificando nos movimentos a estrutura da música. No trabalho, a construção da cena ganha perspectiva no palco construído pelo cenário de painéis e tules. Os elementos se associam, interpenetram-se, contorcem-se, produzindo incessantemente novas configurações. Para Silvestrin, “como um som, na música, é considerado um ponto geométrico, o corpo é um ponto sobre uma superfície plana, que ao se multiplicar gera os segmentos de um polígono.”

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