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PRODUÇÃO

Remontagens

Indigo Rose (1998)

Indigo Rose
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia e cenografia: Jirí Kylián
Assistente de coreografia: Amos Ben Tal
Músicas: Robert Ashley, Factory Preset; FranÇois Couperin, Plainte des Memes; John Cage, Three Dances for Two Prepared Pianos: Dance No. 1; J.S. Bach, Das wohltemperierte Klavier: Fugue No. 8 in E-Flat minor.
Figurinos: Joke Visser
Desenho de Luz (original): Michael Simon
Desenho de Luz (novo): Kees Tjebbes (Nederlands Dans Theater II, 2005)
Câmera: Hans Knill
Edição: Rob de Groot - Videoshot MultiMedia
Estreia Mundial: 1998, Lucent Danstheater, Haia, Países Baixos
Estreia pela SPCD: 2015, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo Brasil
Duração: 24 minutos com 09 bailarinos

Em Indigo Rose, o coreógrafo explora a vivacidade de seus intérpretes para criar uma peça sobre a transição da juventude e as relações humanas. A movimentação rápida, virtuosa, articulada e ao mesmo tempo lírica, faz alusão à busca pela perfeição, intangível segundo Kylián. Na cena, uma cortina de seda branca cria jogos de luz e sombra, que somados a projeções dos bailarinos, alteram a percepção de quem vê. Criada para celebrar o 20º aniversário do Netherlands Dance Theather II, esta é a terceira peça de Jirí Kylián a compor o repertório da SPCD.



workwithinwork (1998)

workwithinwork
Foto: Clarissa Lambert
Coreografia, palco, iluminação: William Forsythe
Música: Luciano Berio (1925-2003), Duetti per due violini, vol.1 
(Por acordo com Universal Edition AG, Viena, www.universaledition.com)
Remontagem: Allisson Brown e Noah Gelber
Figurinos: Stephen Galloway
Estreia mundial: 1998, Frankfurt Ballet, Frankfurt, Alemanha
Estreia pela SPCD: 2014, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 32 minutos com 16 bailarinos 

Workwithinwork (trabalhodentrodotrabalho), de William Forsythe, faz referência ao método do coreógrafo ao considerar uma nova obra como um trecho de um longo processo de trabalho. Na coreografia Forsythe cria um fluxo contínuo de movimentos a partir de variações da técnica clássica, sem rupturas ou articulações distendidas, fazendo referência ao passado e, ao mesmo tempo, atualizando-o. A música, uma obra para dois violinos de Luciano Berio executada em pequenos trechos, cria impulsos para o desdobramento dos duetos em trios, quartetos e conjuntos. A obra evolui constantemente dentro de si, criando novas configurações para cena.



Petite Mort (1991)

Petite Mort
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Jirí Kylián
Assistente de coreografia: Patrick Delcroix
Música: Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791); Concerto para Piano em Lá Maior KV 488 (Adagio) e Concerto para Piano em Sol Maior KV 467 (Andante)
Remontagem: Patrick Delcroix
Cenografia: Jirí Kylián
Desenho de figurino: Joke Visser
Desenho de luz: Jirí Kylián (concepção), Joop Caboort (realização)
Supervisão técnica de luz e palco: Kees Tjebbes
Estreia mundial: 1991, Salzburgo, Áustria
Estreia pela SPCD: 2013, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 17 minutos com 12 bailarinos 

Sobre dois concertos de Mozart para piano, a obra para seis homens e seis mulheres tem como tema principal o prazer e a duração desse momento, no qual somos lembrados de que a vida é relativamente curta e que a morte nunca está longe de nós; nesta peça bailarinos interagem com floretes enquanto a morte espreita a vida. “Uma morte sempre acompanha a nossa vida, às vezes ela é pequena, às vezes grande. Mas é a companheira fiel que temos desde que nascemos, até o fim”, fala Kylián.



Por Vos Muero (1996)

Por Vos Muero
Foto: Silvia Machado
Coreografia: Nacho Duato
Músicas: Jordi Savall – Música antiga espanhola
Desenho de luz: Nicolás Fischtel
Poema: Garcilaso de la Vega (1501-1536)
Voz: Miguel Bosé
Remontagem: Thomas Klein e Tony Fabre (1964-2013)
Organização: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Spain)
Execução de cenário e figurinos: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Estreia mundial: 1996, Compañía Nacional de Danza, Madri, Espanha
Estreia pela SPCD: 2013, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 26 minutos com 12 bailarinos 

Por Vos Muero é uma coreografia que utiliza a dança clássica e contemporânea para sugerir uma atemporalidade nas relações humanas. Duato usa a poesia de Garcilaso de la Vega e a guitarra espanhola para capturar a essência do espírito artístico da Espanha dos séculos 15 e 16. É uma homenagem do coreógrafo ao papel fundamental que a dança ocupa no seu país. A fusão de músicas antigas espanholas favorece a diversidade de dinâmicas exploradas pelo coreógrafo que revelam uma dança fluída, ritmada e atemporal.



Grand Pas de Deux de O Quebra-Nozes (1892)

Quebra Nozes
Foto: Silvia Machado
Coreografia: Tatiana Leskova a partir do original de 1892 Marius Petipa (1818-1910) e Lev Ivanov (1834-1901)
Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) 
Figurinos: Marilda Fontes
Iluminação: Wagner Freire
Estreia da obra de Marius Petipa e Lev Ivanov: 1892, Imperial Ballet, Moscou, Rússia
Estreia pela SPCD: 2012, Centro Integrado de Apoio à Educação de Indaiatuba, Indaiatuba, Brasil
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos 

Grand Pas de Deux de O Quebra-Nozes é o ponto alto deste balé inspirado no conto O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos (1816), de E.T.A. Hoffmann. Nele, a Fada Açucarada dança com o príncipe Quebra-Nozes no Reino dos Doces.



In the Middle, Somewhat Elevated (1987)

In The Middle
Foto: Silvia Machado
Coreografia, cenografia, figurino e iluminação: William Forsythe
Música: Thom Willems
Remontagem: Agnès Noltenius
Estreia mundial: 1987, Ballet de L’ Opéra de Paris, Paris, França
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 25 minutos com 9 bailarinos 

A obra de William Forsythe é baseada na percepção da velocidade – rapidez e lentidão. O coreógrafo se vale da linguagem da dança clássica para “escrever histórias de hoje”. In The Middle utiliza a forma tradicional de composição de um tema e suas variações, ou seja, Forsythe cria uma frase que se desenvolve, evolui e se transforma no corpo de cada bailarino. Para o cenário, o coreógrafo havia pensado em vários objetos cotidianos, pendurados por fios invisíveis. Dessa ideia inicial, optou pela síntese, traduzida por duas cerejas, que ganharam um significado simbólico: dois pequenos espelhos que refletem a sala de espetáculos. O título da obra se refere a essas duas cerejas no meio do palco, elevadas, acima da altura dos bailarinos.



Grand Pas de Deux de Dom Quixote (1869)

Dom Quixote
Foto: Nanah D'luize
Coreografia: SPCD a partir do original de 1869 deMarius Petipa (1818-1910)
Música: Leon Minkus (1826-1917)
Figurinos: Tânia Agra
Iluminação: Wagner Freire
Estreia da obra de Marius Petipa: 1869, ImperialBallet, Moscou, Rússia
Estreia pela SPCD: 2012, Centro Cultural Oscar Niemeyer, Goiânia, Brasil
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos 

Grand Pas de Deux de Dom Quixote é o momento do casamento de Kitri e Basílio, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri, a filha do taberneiro.



Ballet 101 (2006)

Ballet
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia: Eric Gauthier
Narrador: William Moragas
Remontagem: Renato Arismendi
Estreia mundial: 2006, Noverre Gesellschaft Stuttgart, Stuttgart, Alemanha
Estreia pela SPCD: 2012, Teatro Municipal Dr. Losso Netto, Piracicaba, Brasil
Duração: 8 minutos com 1 bailarino 

Ballet 101, de Eric Gauthier, é um solo de oito minutos que brinca com a dança clássica. Com base nas cinco posições do balé, o coreógrafo narra outras 96 possíveis variantes fazendo referência a coreógrafos como William Forsythe, George Balanchine, Glen Tetley, Marius Petipa, John Cranko e o próprio Eric Gauthier, e a balés consagrados como Romeu e Julieta Onegin. É um balé vibrante, que tem uma explosão no final”, comenta Renato Arismendi, remontador da obra. Essa é a primeira versão da obra com seu texto traduzido para o português.



Supernova (2009)

Remontagens
Foto: Wilian Aguiar
Coreografia e figurinos: Marco Goecke
Músicas: Pierre Louis Garcia-Leccia (Ohimé - faixa Aka), Antony & The Johnsons (Another Word - faixa Shake That Devil)
Remontagem: Giovanni Di Palma
Execução de figurinos: Madalena Machado (Arte & Cia)
Iluminação original: Udo Haberland
Dramaturgia: Nadja Kadel
Execução de objetos cênicos: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Estreia mundial: 2009, Scapino Ballet Rotterdam, Roterdã, Países Baixos
Estreia pela SPCD: 2011, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 21 minutos com 7 bailarinos

Inspirado pelo fenômeno astronômico das supernovas – estrelas que explodem e brilham no espaço, Marco Goecke criou Supernova, uma coreografia de contrastes na qual morte e vida, escuro e claro, estão ligadas pela energia de cada corpo. Os bailarinos aparecem e desaparecem do palco misteriosamente e a movimentação é marcada por sequências muito rápidas, precisas e controladas que fazem os corpos vibrarem. Para Goecke, cada movimento pode acontecer somente uma vez. "Você pode fazê-lo cada vez mais rápido, então dificilmente ele vai existir no final". A São Paulo Companhia de Dança foi a primeira companhia no Brasil a dançar uma obra de Marco Goecke.



Legend (1972)

Legend
Foto: Silvia Machado
Coreografia: John Cranko (1927-1973)
Música: Henryk Wieniawski (1835-1880), op.17 Legend, (1859) 
Remontagem: Richard Cragun
Execução de figurinos: Arte & Cia.
Estreia mundial: 1972, Stuttgart Ballet, Stuttgart, Alemanha
Estreia pela SPCD: 2011, Teatro Paulo Autran, São Paulo, Brasil
Duração: 10 minutos com 2 bailarinos 

Legend é um pas de deux neoclássico imortalizado por seus intérpretes, Márcia Haydée e Richard Cragun, que aborda o lirismo do amor entre um homem e uma mulher pela suavidade dos passos, confiança e entrega nos movimentos, e pelo desafio da fusão dos corpos em tênues equilíbrios. A coreografia de John Cranko teve como inspiração a túnica da lendária bailarina Galina Ulanova (1910-1998) recebida por Richard Cragum e dada a Márcia Haydée. A túnica utilizada por Ulanova foi o figurino usado por Márcia na estreia de Legend, em 1972. A músicaLegend, op. 17, utilizada por Cranko na coreografia foi composta em 1859 pelo violonista polonês Henryk Wieniawski, como uma confissão de amor a sua futura esposa Isabel Hampton. O filme The Turning Point (Momento de Decisão), de 1977, dirigido por Herbert Ross, traz um trecho dessa coreografia. A remontagem de Legend para a SPCD é assinada por Richard Cragun e esta foi a primeira vez que a peça foi apresentada por uma companhia no Brasil.



Sechs Tänze (1986)

Remontagens
Foto: João Caldas
Concepção, coreografia, cenografia e figurinos: Jirí Kylián
Música: Sechs Deustsche Tänze KV 571, de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Remontagem: Patrick Delcroix
Desenho de luz: Joop Caboort
Adaptação técnica: Erick van Houten
Execução de cenário e figurinos: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Estreia mundial: 1986, Nederlands Dans Theatre, Amsterdã, Países Baixos
Estreia pela SPCD: 2010, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 13 minutos com 13 bailarinos 

Sechs Tänze é um trabalho que une dança e humor. O coreógrafo compôs seis peças aparentemente sem sentido que dialogam para protestar e fazer uma crítica aos valores vigentes à época em que as Sechs Deustsche Tänze KV 571, de Mozart, foram compostas. Nas palavras de Kylián: "A música de Mozart foi o principal elemento para a criação de Sechs Tänze. Ele deveria ser engraçado, porque entendia e sabia fazer humor. A música é muito importante em um balé, qualquer que seja ele. E nessa montagem ela é mais rápida do que a dança. Para dançar Sechs Tänze é preciso ser veloz e colocar uma máscara. É como ser e não ser você em determinados momentos. É como ser manipulado hoje, amanhã, ontem. Fingir querer ser. Ou não." A SPCD foi a primeira companhia no Brasil a dançar uma obra de Jirí Kylián.



Prélude à l'après-midi d´un Faune (1994)

Remontagens
Foto: João Caldas
Coreógrafa: Marie Chouinard
Música: Prèlude à L´après-midi d´un Faune, de Claude Debussy (1862-1818)
Figurinos: Marie Chouinard e Vandal e Luc Courchesne 
Iluminação: Alain Lortie
Consultor de iluminação: François Marceau
Adaptação de iluminação: Wagner Freire
Maquiagem: Jacques-Lee Pelletier
Direção artística: Isabella Poirier 
Direção de ensaio: Carol Prieur
Remodelagem de figurino: Vandal
Ensaiador: Allan Falieri
Estreia mundial: 1994, Taipei International Festival, Taipei, Taiwan
Estreia pela SPCD: 2010, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 8 minutos com 1 bailarino 

Quando Stéphane Mallarmé (1842-1898) escreveu A Tarde de um Fauno, em 1876, ele queria escrever poesia para o teatro. Este poema foi o que inspirou Claude Debussy a compor Prèlude à L´après-midi d´un Faune, em 1894. Baseada no poema e com a música de Debussy, Vaslav Nijinsky (1889-1950) compôs sua primeira coreografia homônima, em 1912, em Paris. O trabalho era permeado pelo tom ritualístico e sensual e foi inspirado nos movimentos dos frisos gregos. A obra foi um escândalo para a época e chocou o público parisiense. Na primeira versãoL'Après-midi d'un Faune (1987), Marie Chouinard partiu da observação das fotos de Adolphe de Meyer, da coreografia de Nijinsky. Em 1994, a coreógrafa incorporou a música de Debussy na obra. Marie se valeu da horizontalidade, da bidimensionalidade, da posição das mãos retas e dos pés em rotação interna. As sete ninfas da coreografia de Nijinsky aqui se tornam luz, que aparecem e desaparecem na cena. A SPCD foi a primeira Companhia no Brasil a dançar uma obra de Marie Chouinard.



Theme and Variations (1947)

Themea and Variations
Foto: João Caldas
Coreografia: George Balanchine (1904-1983)
Remontagem: Ben Huys
Música: Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1983), op. 55, Movimento final da Suíte nº3 para orquestra em G Maior 
Figurinos: Tânia Agra
Estreia mundial: 1947, American Ballet Theather, Nova Iorque, EUA
Estreia pela SPCD: 2010, Teatro Guaíra, Curitiba, Brasil
Duração: 25 minutos com 26 bailarinos 

Theme and Variations evoca o período de florescimento da dança clássica com. O movimento final da Suíte nº3 consiste em 12 variações. No início, 12 bailarinas e um casal principal apresentam os temas que serão retomados ao longo da coreografia. A obra exige muito dos intérpretes, pois como todas as obras de Balanchine, o vigor técnico, a leveza, a força, habilidade nos desequilíbrios e virtuosismo são necessários. No desenrolar da obra, o casal intercala sua participação com o corpo de baile e a obra termina com uma grande polonaisepara 26 bailarinos.  
A apresentação de Theme and Variations, um Ballet Balanchine® é feita mediante acordo com a The George Balanchine Trust e foi produzida de acordo com os padrões do Balanchine Style® e Balanchine Technique®, estabelecidos e fornecidos pela Trust.



Tchaikovsky Pas de Deux (1960)

Tchaikovsky
Foto: Reginaldo Azevedo
Coreografia: George Balanchine (1904-1983) 
Música: Piotr Ilyitch Tchaikovsky (1840-1893)
Figurinos: Barbara Karinska
Remontagem: Ben Huys
Estreia mundial: 1960, New York City Ballet, Nova Iorque, EUA
Estreia pela SPCD: 2009, Teatro Miguel Cury, Ourinhos
Duração: 8 minutos com 2 bailarinos 

A coreografia de George Balanchine é uma obra de oito minutos que mescla técnicas clássicas e neoclássicas, num tributo ao balé romântico. A bailarina dança brincando com o eixo vertical, com especial domínio do equilíbrio e do desequilíbrio. Para os homens, o desafio está na combinação de difíceis rotações, na velocidade dos movimentos e nos grandes saltos.

A apresentação de Tchaikovsky Pas de Deux, um Ballet Balanchine®, é feita mediante acordo com a The George Balanchine Trust e foi produzida de acordo com os padrões do Balanchine Style® e Balanchine Technique®, estabelecidos e fornecidos pela Trust.



Gnawa (2005)

Gnawa
Foto: Paula Caldas
Coreografia: Nacho Duato
Música: Hassan Hakmoun, Adam Rudolph, Juan Alberto Arteche, Javier Paxariño, Rabih Abou-Khalil, Velez, Kusur e Sarkissian
Remontagem: Hilde Koch e Tony Fabre (1964-2013)
Organização e produção original: Carlos Iturrioz Mediart Producciones SL (Spain)
Figurinos: Luis Devota e Modesto Lomba
Iluminação: Nicolás Fischtel
Estreia mundial: 2005, Hubbard Street Dance Chicago, Chicago
Estreia pela SPCD: 2009, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo, Brasil
Duração: 21 minutos com 14 bailarinos

Gnawa é uma peça que utiliza os quatro elementos fundamentais - água, terra, fogo e ar - para tratar da relação do ser humano com o universo. A obra apresenta o reiterado interesse de Nacho Duato pela gravidade e pelo uso do solo na constituição de sua dança. Os gnawas são uma confraria mística adepta do islamismo, descendentes de ex-escravos e comerciantes do sul e do centro da África, que se instalaram ao longo dos séculos no norte daquele continente.



Serenade (1935)

Serenade
Foto: João Caldas
Coreografia: George Balanchine (1904-1983)
Música: Piotr Ilyitch Tchaikovsky (1840-1893), Serenade for Strings in C, op. 48 (1880) 
Remontagem: Ben Huys
Figurinos: Barbara Karinska
Execução de figurinos: Arte & Cia.
Iluminação original: Roland Bates
Adaptação de iluminação: Wagner Freire
Estreia mundial: 1935, The American Ballet, Nova Iorque, EUA
Estreia pela SPCD: 2008, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 30 minutos com 26 bailarinos

Serenade foi criada por George Balanchine para a estreia da School of American Ballet. O trabalho partiu de exercícios que procuravam demonstrar a seus alunos quais as diferenças fundamentais entre o bailado em sala de aula, e a dança apresentada no palco. À peça, o coreógrafo incorporou formações incomuns, como um grupo de dezessete ou cinco bailarinas; e incidentes, como atraso de uma delas, o gesto que outra fizera para se proteger do sol, e a queda de uma terceira, para renovar a tradição da dança clássica. 



Les Noces (1923)

Les Noces
Foto: João Caldas
Coreógrafa: Bronislava Nijinska (1891-1972)
Música: Igor Stravinsky (1882-1971)
Figurinos e cenário: Natalia Gontcharova (1881-1962)
Remontagem: Maria Palmeirim
Execução de figurinos: Fábio Brando (FCR Produções Artísticas)
Ensaiadora convidada: Suzana Mafra
Estreia mundial: 1923, Ballets Russes, Paris, França
Estreia pela SPCD: 2008, Teatro Alfa, São Paulo, Brasil
Duração: 23 minutos com 36 bailarinos 

A partir de um casamento tradicional de camponeses russos apresentado em quatro movimentos, Les Noces se constitui num marco de inovação artística, por sua peculiar geometria de movimentos e sua austeridade cênica, aliadas à originalidade da composição de Stravinsky. Ao lado de sua relevância cultural, como primeiro balé cujo enfoque se dá através do olhar feminino, Les Nocesincorpora à dança o movimento de ruptura inovadora do modernismo ao utilizar rituais nupciais da Rússia antiga para explorar as possibilidades do corpo de baile e trazer novos acentos à linguagem clássica. Nijinska desenha com os corpos linhas e formas abstratas, no espírito do construtivismo. A abstração sóbria de sua coreografia se funde à profunda e solene abstração da música de Stravinsky.
São Paulo Companhia de Dança: Rua Três Rios 363  •  1º andar  •  Bom Retiro  •  São Paulo  •  SP  •  01123-001  •  Tel: +55 11 3224-1380

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