Paulo Pederneiras

  • Categoria: Profissionais da dança
  • País: Brasil
  • UF: MG
  • Cidade: Belo Horizonte
  • Atividade: Diretor do Grupo Corpo
  • Data de nascimento: 21/07/1951

Conteúdo

Paulo Pederneiras nasceu dia 21 de julho de 1951, em Belo Horizonte. Começou a atuar no Teatro Mineiro em 1967, onde permaneceu até 1973. No ano seguinte, trabalha com o Grupo Trans-Forma, dirigido por Marilene Martins, como iluminador. No mesmo ano, entra para a Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Foi só em 1975 que nasceu o Grupo Corpo, por iniciativa de Paulo e os irmãos Rodrigo Pederneiras, Pedro Pederneiras e Miriam Pederneiras e também um grupo de amigos. Os pais, como forma de apoio, cedem a casa onde moram, no Bairro Serra, na capital mineira, para darem início aos trabalhos. Paulo é o diretor-geral e artístico do grupo desde a fundação até os dias de hoje.

O primeiro espetáculo do Grupo Corpo, Maria Maria, estreou no dia 1º de abril de 1976, no Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte. A direção e coreografia foi de Oscar Araiz e música especialmente composta por Milton Nascimento. Eles se apresentaram também no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Londrina, Ponta Grossa, Curitiba, Joinville, Blumenau, Florianópolis, Caxias do Sul, Pelotas e Salvador. No ano seguinte, apresentam a mesma obra na Argentina (Buenos Aires e La Plata), Uruguai (Montevidéu) e Chile (Santiago).

A primeira coreografia de Rodrigo Pederneiras (Cantares), estreou em 11 de maio de 1978, no Teatro do Centro de Arte Corpo, também na capital mineira, tornando-se a nova sede do grupo. Neste mesmo ano, inaugura a atual sede do Grupo Corpo, na Avenida Mangabeiras, 866, Bairro de Mangabeiras, em Belo Horizonte.

Em 1989, o grupo conquista seu primeiro patrocínio e, com ele, a estabilidade financeira: até 1999, a Shell foi a patrocinadora da companhia. Em 2000, a Petrobras assume o patrocínio exclusivo da companhia até 2011.


Bibliografia

Oito ou nove ensaios sobre o Grupo Corpo, de Inês Bogéa (Org.). São Paulo: Cosac Naify, 2001.

Grupo Corpo Companhia de Dança, de Helena Katz. São Paulo: Editora Salamandra, 1995.

Rodrigo Pederneiras e o Grupo Corpo, de Sérgio Rodrigo Reis. São Paulo: Imprensa Oficial, 2008.

Videografia

Paulo Pederneiras: o homem por trás do cenário de “Chão”, em:
www.lenine.com.br/paulo-pederneiras-o-homem-por-tras-do-cenario-de-chao/

Programa Breve História, Paulo Pederneiras, em:
www.youtube.com/watch?v=nu5PmxjRWkc

Grupo Corpo - Oficial Youtube
https://www.youtube.com/user/GrupoCorpoOficial"

Trabalhos

1951 Em 21 de julho, nasce em Belo Horizonte, filho de Manuel de Carvalho Barbosa (1920-2013) e Isabel Pederneiras Barbosa;
1967 Começa a atuar no Teatro Mineiro, onde fica até 1973;
1973 Participa do Festival de Inverno de Ouro Preto (MG) junto com o Grupo Trans-Forma. No festival, entra em contato com Oscar Araiz e começa a organizar a criação de um grupo de dança;
1974 Como iluminador, trabalha com Grupo Trans-Forma, dirigido por Marilene Martins. Ingressa na Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais;
1975 Por iniciativa sua, em conjunto com os irmãos Rodrigo Pederneiras, Pedro Pederneiras e Miriam Pederneiras e um grupo de amigos, funda o Grupo Corpo. Tem o apoio dos pais, que cedem a casa onde moram, na rua Barão de Lucena, 66, bairro Serra, Belo Horizonte. Seus irmãos Miriam, Pedro e Rodrigo são alguns dos bailarinos do Grupo; outros dois irmãos, José Luiz e Marisa, participam do primeiro espetáculo como convidados especiais. Paulo é diretor-geral e artístico do grupo desde a fundação até os dias de hoje;
1976 Em 1º de abril, estreia Maria Maria, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Belo Horizonte). Ê o primeiro espetáculo do Grupo Corpo (direção e coreografia de Oscar Araiz, roteiro de Fernando Brant, música especialmente composta por Milton Nascimento, figurino de Renata Schussheim, ambientação e iluminação de Suzana Otero Leal). O Grupo se apresenta em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Londrina, Ponta Grossa, Curitiba, Joinville, Blumenau, Florianópolis, Caxias do Sul, Pelotas e Salvador;
1977 O Grupo Corpo apresenta Maria Maria no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília), Argentina (Buenos Aires e La Plata), Uruguai (Montevidéu) e Chile (Santiago);
1978 Em 11 de maio, estreia Cantares, primeira coreografia de Rodrigo Pederneiras para o Grupo Corpo, no Teatro do Centro de Arte Corpo (Belo Horizonte), a nova sede do Grupo (música especialmente composta por Marco Antonio Araújo [1949-1986], figurino e cenário de Humberto Borém, iluminação de Fernando Velloso). Inaugura a atual sede do Grupo Corpo, na avenida Mangabeiras, 866, bairro Mangabeiras, Belo Horizonte. O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belém e Manaus), México (Cidade do México, Monterrey e Puebla), Venezuela (Caracas), Costa Rica (San José), Portugal (Lisboa), França (Paris), Suíça (Lugano), Itália e Luxemburgo (Wiltz);
1979 Maria Maria é apresentado na Itália, nas cidades de Spoleto, Milão, Turim, Viareggio, Reggio Emilia e Cremona;
1980 Em 5 de abril, estreia Último Trem, no Grande Teatro do Palácio das Artes (direção e coreografia de Oscar Araiz, música especialmente composta por Milton Nascimento, roteiro de Fernando Brant, cenário, figurino e iluminação de Carlos Cytrynowski [1939-1995]). O Grupo realiza apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Coronel Fabriciano) e Argentina (Buenos Aires);
1981 Em 17 de outubro, estreiam Tríptico e Interânea, no Teatro Cultura Artística (São Paulo). Pela primeira vez, Paulo assina o projeto de iluminação de obras do Grupo Corpo (Tríptico: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Wagner Tiso, figurino de Bruno Giannetti, iluminação de Paulo Pederneiras; Interânea: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Marlos Nobre, cenário de Carlos Scliar [1920-2001], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, São Paulo e Brasília) e Argentina (Buenos Aires);
1982 Em 25 de dezembro, estreiam Noturno e Reflexos, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Noturno: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Alberto Nepomuceno [1864-1920], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras; Reflexos: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Henrique Oswald [1852-1931] e Bruno Kiefer [1923-1987], ambientação e figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O
Grupo apresenta espetáculos no Brasil (Belo Horizonte, Salvador e Uberlândia), Venezuela (Caracas) e Equador (Quito e Guayaquil);
1983 O Grupo realiza apresentações no Brasil (Belo Horizonte), Escócia (Glasgow) e Inglaterra (Londres, Birmingham, Hull e Skegness);
1984 Em 11 de abril, estreia Sonata, no Grande Teatro do Palácio das Artes (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Sergei Prokofiev [1891-1953], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo tem apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Florianópolis), França (Paris) e Espanha (Madri);
1985 Em 2 de junho, estreia Prelúdios, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Frédéric Chopin [1810-1849], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Juiz de Fora e Ribeirão Preto) e realiza a Retrospectiva 10 Anos, com 34 apresentações internacionais;
1986 Em 30 de abril, estreia Bachiana, no Grande Teatro do Palácio das Artes (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Heitor Villa-Lobos [1887-1959], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). Em 16 de outubro, ainda no Palácio das Artes, estreia Carlos Gomes/Sonata (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Antônio Carlos Gomes [1836-1896], figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo (Pederneiras). O Grupo realiza apresentações em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Juiz de Fora, Porto Alegre, Recife e Salvador. Paulo faz a iluminação de Pas-de-Deuses, de Ivaldo Bertazzo;
1987 Em 12 de agosto, estreiam Canções, Duo e Pas-du-Pont, no Grande Teatro do Palácio das Artes. Canções é a primeira obra do Grupo Corpo em que Paulo assina a criação da cenografia (Canções: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Richard Strauss [1864-1949], figurino de Freusa Zechmeister, cenário e iluminação de Paulo Pederneiras; Duo: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Heitor Villa-Lobos, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). Em 20 de agosto, estreia Pas-du-Pont no Clube Atlético Monte Líbano (São Paulo) (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Heitor Villa-Lobos, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília recebem os espetáculos do Grupo;
1988 Em 17 de maio, estreia Schumann Ballet, no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo) (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Robert Schumann [1810-1856], figurino de Emilio Kalil, iluminação de Paulo Pederneiras). Em 3 de junho, estreia Rapsódia, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Johannes Brahms [1833-1897], figurino de Emilio Kalil, iluminação de Paulo Pederneiras). Em 15 de setembro, estreiam Uakti e Mulheres, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Uakti: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Marco Antônio Guimarães, cenário de Marcos Coelho Benjamim, figurino de Emilio Kalil, iluminação de Paulo Pederneiras; Mulheres: coreografia, figurino e iluminação de Susanne Linke e música de Krzysztof Penderecki). O Grupo apresenta espetáculos em Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Nasce Lucas Bonomi Pederneiras, primeiro filho de Paulo com Paula Bonomi;
1989 Paulo é responsável pelo projeto de iluminação da ópera Lucia di Lammermoor, de Gaetano Donizetti (1797-1848), com direção de Girolamo Arrigo, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 19 de maio, estreia Missa do Orfanato, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Wolfgang Amadeus Mozart [1756-1791], cenário de Fernando Velloso, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Itabira, Brasília, Juiz de Fora, Belém, São Luís, Recife e Salvador. O Grupo Corpo conquista seu primeiro patrocínio e, com ele, a estabilidade financeira: até 1999, a Shell será a patrocinadora da companhia;
1990 Paulo é responsável pelo projeto de iluminação da ópera Suor Angelica, de Giacomo Puccini (1858-1924), com direção de Bia Lessa, no Theatro Municipal de São Paulo. Em 22 de agosto, estreia A Criação, no Grande Teatro do Palácio das Artes (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Joseph Haydn (1732-1809), cenário de Fernando Velloso, Freusa Zechmeister e Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister e Geraldo Lima Jr., (iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo realiza apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba) e EUA (Tucson, Iowa City, Los Angeles, Nova York e Saint Louis);
1991 Em 3 de outubro, estreiam Variações Enigma e Três Concertos, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Variações Enigma: coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Edward Elgar [1857-1934], cenário de Fernando Velloso, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras; Telemann [1681-1767], cenário e figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo tem apresentações em Fortaleza, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Belém, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. Nasce a primeira filha, Maria Bonomi Pederneiras;
1992 Paulo é responsável pelo projeto de iluminação da ópera Don Giovanni, de Wolfgang Amadeus Mozart, com direção de Bia Lessa, em Fortaleza e São Paulo. Em 18 de junho, estreia 21, no Theatro Municipal de São Paulo (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Marco Antônio Guimarães, cenário de Fernando Velloso, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). Belo Horizonte, São Paulo, Santos, Brasília, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, São Luís, Salvador, Porto Alegre e Curitiba recebem os espetáculos do Grupo;
1993 Em 22 de abril, estreia Nazareth, no Theatro Municipal de São Paulo (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por José Miguel Wisnik sobre a obra de Ernesto Nazareth [1863-1934], cenário de Fernando Velloso, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo tem apresentações no Brasil (São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Belo Horizonte, Santos, Uberlândia, Salvador e Curitiba), Portugal (Lisboa e Porto) e Argentina (Buenos Aires);
1994 Em 1º de junho, estreia Sete ou Oito Peças para um Ballet, no Theatro Municipal de São Paulo (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Philip Glass, arranjos de Marco Antônio Guimarães, cenário de Fernando Velloso, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre), Espanha (Madri e Las Palmas), Canadá (Toronto), Alemanha (Essen, Recklinghausen e Neuss), França (Lyon), Inglaterra (Manchester, Epsom, Paignton e Londres) e Bélgica (Bruxelas e Antuérpia);
1995 Retrospectiva 20 anos (com Prelúdios, Missa do Orfanato, Variações Enigma, 21, Nazareth e Sete ou Oito Peças para um Ballet). O Grupo realiza apresentações no Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Salvador e Ouro Preto, com gravação dos vídeos 21 e Nazareth), Portugal (Lisboa), Espanha (Valência, Santander, Palma de Maiorca e Bilbao), Itália (Turim e Bolonha), França (Lyon, Chambéry) e Chile (Santiago);
1996 Em 12 de setembro, estreia Bach, na Maison de la Danse, em Lyon (França) (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Marco Antônio Guimarães [criação livre sobre a obra de Johann Sebastian Bach (1685-1750)], cenário de Fernando Velloso e Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). Até 1999, o Grupo Corpo será companhia residente da Maison de la Danse. O Grupo se apresenta no Brasil (Uberlândia, Mariana, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre), Austrália (Perth), Bélgica (Gand e Bruxelas), Alemanha (Frankfurt, Friedrichshafen, Ludwigshafen e Leverkusen), Suíça (Winterthur, Baden, Monthey, Basileia e Zurique), Holanda (Haia) e França (Nanterre, Saint-Quentin, Lyon, Grenoble, Annecy, Mulhouse, Le Creusot e Sochaux);
1997 Ê responsável pelo projeto de iluminação da ópera A Voz Humana (inspirada no libreto de Francis Poulenc [1899-1963] a partir da obra homônima de Jean Cocteau [1889-1963]), com direção de Alberto Renault, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 17 de setembro, estreia Parabelo, no Theatro Municipal de São Paulo (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Tom Zé e José Miguel Wisnik, cenário de Fernando Velloso e Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo realiza apresentações no Brasil (Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte, Manaus, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba), Israel (Jerusalém), Espanha (Palma de Maiorca), Alemanha (Weimar), França (Lyon, Saint-Quentin-en-Yvelines e Grenoble). Nasce a segunda filha, Isabel Bonomi Pederneiras;
1998 Ê responsável pelo projeto de iluminação das óperas Salomé, de Richard Strauss (1864-1949), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e L’Orfeo, de Claudio Monteverdi (1567-1643), na Sala Cecília Meireles, também no Rio, ambas com direção de Alberto Renault. Em 29 de outubro, estreia Benguelê, no Teatro Alfa (São Paulo) (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por João Bosco, cenário de Fernando Velloso e Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (Recife, Fortaleza, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Santos, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Curitiba), França (Paris), Portugal (Lisboa), Espanha (Madri), Finlândia (Kuopio), Itália (Cremona), Áustria (Innsbruck) e Canadá (Toronto);
1999 O Grupo tem apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Goiânia, Porto Alegre e Curitiba), Alemanha (Weimar, Frankfurt, Ludwigshafen, Velbert e Ludwigsburg), Israel (Tel Aviv), Suíça (Zug), França (Paris), EUA (Washington e Hartford), França (Lyon, Sochaux, Sè te, Valence e Annecy). Paulo cria a iluminação do espetáculo Além da Linha d’Água, de Ivaldo Bertazzo;
2000 Em 9 de agosto, estreia O Corpo, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Arnaldo Antunes, cenário de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister e Fernando Velloso, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Brasília, Porto Alegre e Curitiba), Portugal (Lisboa), Inglaterra (Londres), Alemanha (Heilbronn, Neuss e Fürth) e França (Paris). A Petrobras assume o patrocínio exclusivo da companhia até 2011 (seguirá sendo o principal patrocinador até hoje). Paulo cria a iluminação do espetáculo Mãe Gentil, de Ivaldo Bertazzo. Cria a iluminação da exposição de Bia Lessa na Expo 2000, em Hannover (Alemanha). Cria o projeto museográfico da exposição Artes Indígenas e Arqueologia, que integrará a Mostra do Redescobrimento, na Oca (Parque Ibirapuera, São Paulo), por ocasião
dos 500 anos do descobrimento do Brasil;
2001 O Grupo realiza apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Ribeirão Preto, Curitiba e Porto Alegre), EUA (West Palm Beach, Miami, Key West, Cleveland, Portland e Seattle), Canadá (Ottawa e Toronto) e Alemanha (Baden-Baden, Fulda, Frankfurt, Remscheid e Ludwigsburg);
2002 Em 4 de agosto, estreia Santagustin, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Tom Zé e Gilberto Assis, cenário de Paulo Pederneiras e Fernando Velloso, figurino de Ronaldo Fraga, iluminação de Paulo Pederneiras). O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador e Aracajú), EUA (Nashville, Filadélfi a, Washington, Palo Alto, Anchorage, Beckett, Nova York, Columbus, Ann Arbor e Elmira), França (Paris e Lyon) e Canadá (Montreal, Quebec, Sherbrooke e Ottawa). Cria o projeto museográfico para O Tesouro dos Mapas, exposição de cartografia e objetos de navegação no Instituto Cultural Banco Santos (São Paulo). Essa exposição também será apresentada no Rio de Janeiro (Museu Nacional de Belas Artes), Belo Horizonte (Grande Galeria do Palácio das Artes) e Brasília (Salão Negro do Congresso Nacional). Cria o projeto museográfico para Imagem e Identidade, exposição do acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Instituto Cultural Banco Santos;
2003 O Grupo tem apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Salvador, Fortaleza, Recife, São João del-Rei, Porto Alegre e Ribeirão Preto), EUA (Amherst, Oswego, New Orleans, Minneapolis, Portland, Long Beach, Pittsburgh, Fairfax, Saint Louis, Dallas, Fayetteville, Riverside, Davis, Colorado Springs e Seattle), Canadá (Toronto), Alemanha (Wolfsburg), Portugal (Lisboa), Argentina (Buenos Aires) e Chile (Santiago);
2004 Em 18 de agosto, estreia Lecuona, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música de Ernesto Lecuona [1895-1963], cenografia e iluminação de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister). O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Aracaju, Recife e João Pessoa), Alemanha (Remscheid, Fulda, Fürth, Ludwigshafen e Wiesbaden), Luxemburgo (Cidade de Luxemburgo), EUA (San Diego, Palo Alto, Beckett, Anchorage, Richmond e Newark) e Líbano (Baalbek);
2005 Em 10 de agosto, estreia Onqotô, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, cenografia e iluminação de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister). O Grupo realiza apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Porto Alegre), França (Paris, Lyon, Dijon, Annecy, Annemasse, Gap, Valence, Montpellier, Narbonne e Chambéry), Inglaterra (Londres, Brighton, Sheffield, Nottingham, Birmingham e High Wycombe), EUA (Nova York) e Espanha (Palma de Maiorca);
2006 O Grupo se apresenta no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Salvador), EUA (Davis, Portland e Seattle), Canadá (Montreal, Toronto, Ottawa, Sherbrooke, Baie-Comeau e L’Assomption), Alemanha (Baden-Baden, Remscheid e Schweinfurt), Islândia (Reykjavík), Luxemburgo (Cidade de Luxemburgo), Áustria (Innsbruck e Graz), Argentina (Buenos Aires), Uruguai (Montevidéu), Cingapura, Coreia do Sul (Seul), Taiwan (Taipei) e China (Macau). Paulo assina a instalação artística Gravata Borboleta, em comemoração aos 50 anos de publicação de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa (1908-1967), na Grande Galeria do Palácio das Artes. Posteriormente essa instalação foi inserida na exposição Vivere Minas, realizada na cidade de Turim;
2007 Em 1º de abril, estreia Breu, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Lenine, cenografia e iluminação de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister). O Grupo tem apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Poços de Caldas, São João del-Rei, Ipatinga, Uberaba, Juiz de Fora, Montes Claros, Curitiba e Porto Alegre), França (Paris, Tarbes, Toulouse e La Rochelle) e Argentina (Buenos Aires);
2008 O Grupo se apresenta no Brasil (Ipatinga, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), EUA (Columbus, Nova York e Purchase), Alemanha (Wolfsburg), Japão (Tóquio), Israel (Jerusalém), Grécia (Atenas) e França (Lyon, Annecy, Narbonne e Martigues). Paulo assina a direção artística, a museografia e a iluminação da exposição “Vivere Minas”, em parceria com os arquitetos Camila Toledo e Fernando Maculan;
2009 Em 5 de agosto, estreia Ímã, no Teatro Alfa (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta pelo +2 [Moreno Veloso, Domenico Lacellotti e Alexandre Kassin], cenografia e iluminação de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister). O Grupo realiza apresentações no Brasil (São Paulo, Paulínia, Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre), EUA (Austin, Park City, Davis e Seattle), Canadá (Ottawa, Toronto) e México (Guanajuato e Cidade do México). No Parque Ecológico Promotor Francisco Lins do Rêgo (Belo Horizonte), Paulo concebe artisticamente o espaço interno
do pavilhão contemporâneo no Memorial da Imigração Japonesa, projetado e construído em homenagem ao centenário daquela imigração no Brasil;
2010 O Grupo se apresenta no Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Rio de Janeiro e Brasília), Canadá (Quebec, Montreal, Sherbrooke, Banf, Vernon e Vancouver), Espanha (Valência, San Sebastián, Gijón, Santander, Palma de Maiorca e Granada), França (Biarritz, Paris, Valenciennes e Rueil-Malmaison), Escócia (Edimburgo), Suíça (Winterthur) e Alemanha (Fulda, Bonn e Fürth). Em parceria com o arquiteto Fernando Maculan, assina a concepção, museografi a e iluminação da exposição comemorativa “35º aniversário do Grupo Corpo”, na Grande Galeria do Palácio das Artes. Também na capital mineira e em parceria com Fernando Maculan, concebe uma série de intervenções urbanas por ocasião da décima edição do Festival Internacional de Teatro (FIT);
2011 Em 4 de agosto, estreia Sem Mim, no Teatro Alfa (coreografi a de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Carlos Núñez e José Miguel Wisnik [a partir da obra do jogral galego Martim Codax (séculos XIII-XIV)], cenografia e iluminação de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister). O Grupo se apresenta no Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília), EUA (Ann Arbor, Los Angeles, Seattle,
Portland e Santa Barbara), Colômbia (Cáli e Bogotá), Inglaterra (Londres), França (Lyon, Chambéry, Toulouse, Narbonne e Roubaix) e Bélgica (Bruges, Turnhout e Bruxelas);
2012 O Corpo realiza apresentações no Brasil (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre), Nova Zelândia (Wellington), Austrália (Perth), Espanha (Valladolid, Barcelona, Bilbao e Madri), EUA (Austin e Nova York), Canadá (Ottawa) e França (Rueil-Malmaison, Arcachon, Perpignan e Montpellier). Paulo assina a direção artística do evento Noite Branca, que é realizado pela Fundação Clóvis Salgado (Belo Horizonte) e oferece 12 horas de apresentações artísticas no Parque Municipal, das 18h de 14 de setembro, sexta-feira, às 6h do dia 15. No evento, e em parceria com Fernando Maculan, cria a instalação Pé-de-Luz. Assina a direção de arte do show Chão, do músico Lenine. Também assina a cenografia, com Fernando Maculan, e a iluminação, com Gabriel Pederneiras;
2013 Em 30 de agosto, estreia Triz, no Grande Teatro do Palácio das Artes (coreografia de Rodrigo Pederneiras, música especialmente composta por Lenine, cenografia de Paulo Pederneiras, figurino de Freusa Zechmeister, iluminação de Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras). O Grupo tem apresentações no Brasil (Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília), Canadá (Toronto), EUA (Boston, Minneapolis, Dallas e Houston).
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