Dança em Rede

A Árvore do esquecimento

  • Categoria: Coreografias
  • País de origem: Brasil
  • Cidade de origem: São Paulo
  • Ano de criação: 2015
  • Duração: 25 min.
  • Grupos de estreia: Balé da Cidade de São Paulo
  • Autores: Jorge Garcia

Histórico

A Árvore do Esquecimento - Foto: Sylvia Masini | Divulgação

A Árvore do Esquecimento - Foto: Sylvia Masini | Divulgação

A Árvore do Esquecimento - Foto: Sylvia Masini | Divulgação

A Árvore do Esquecimento - Foto: Sylvia Masini | Divulgação

Mini Biografia do Coreógrafo

A inquietação corporal de Jorge Garcia surgiu muito antes da dança. O futebol de várzea dos cantos de Pernambuco e o surfe, combinados com seus estudos em danças populares brasileiras, dança contemporânea e balé clássico, se misturaram em seu inconsciente corporal levando-o a buscar um estilo singular ainda como bailarino de companhias como Cisne Negro Cia de Dança e depois como coreógrafo no Balé da Cidade de São Paulo.
Como forma da sua constante inquietação de continuar experimentando-se, realizou paralelamente diversos trabalhos independentes. Fundou o GRUA (Gentlemen de Rua), grupo de improviso, video e performance, além de trabalhar e vivenciar óperas, teatro, circo e cinema.
O momento de criar sua própria Cia chegou em 2005. Como resultado de seu trabalho até então e como maneira de aprofundar sua pesquisa de linguagem em dança e outras possibilidades artísticas, fundou a Jorge Garcia Companhia de Dança.

Bibliografia

(Igor Gasparini | Pesquisa SPCD)

Videografia

Trailer de Árvore do Esquecimento
Link para Numeridanse
Programa "Brasileiros" do Balé da Cidade de São Paulo - Vídeo com as 3 obras que estrearam na mesma noite, entre elas, "A árvore do esquecimento"

Sinopse

O pernambucano Jorge Garcia resgata a memória ancestral do povo brasileiro na performance A Árvore do Esquecimento. Com trilha sonora do compositor Eder “O Rocha”, o número é inspirado no livro e documentário Pedra da Memória (Brasil e Benin, 2011), de Renata Amaral, sobre a vinda de escravos do porto de Ouidah, no Benin, para o Brasil. Devido ao poder da memória como arma de resistência, antes de embarcarem nos navios negreiros, os escravos eram levados à chamada árvore do esquecimento para perderem suas memórias. 
A migração criou semelhanças nas expressões folclóricas das regiões, o que é retratado no espetáculo. O nome é significativo: era na Árvore do Esquecimento que os escravos davam voltas para, de modo supersticioso, esquecer suas raízes.

X