Bachiana Nº1

  • Categoria: Coreografias
  • País: Brasil
  • Cidade: Piracicaba
  • Ano: 2012
  • Duração: 19
  • Grupos: São Paulo Companhia de Dança
  • Autores: Rodrigo Pederneiras

Conteúdo

Rodrigo Pederneiras nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Estudou com grandes nomes da dança, entre eles: Oscar Araiz, Isabel Santa Rosa, Hugo Travers, Ilse Wiedmann, Aldo Lotufo, Freddy Romero, Tatiana Leskova, Gustavo Mollajoli, Hector Zaraspe, Jane Blauth. Atuou como bailarino do Grupo Corpo de 1976 a 1980, e em 1978, assumiu o cargo de coreógrafo residente da Companhia. De sua relação natural com a música, nasceu então um profícuo processo criativo, dando origem a várias obras, tais como Cantares (1978), Sonata (1984), Missa do Orfanato (1989), 21 (1992), Nazareth (1993), Sete ou Oito Peças para um Ballet (1994), Bach (1996), Lecuona (2004), Breu (2007), Imã (2009), Sem Mim (2011). Já coreografou para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Ballet do Teatro Guaíra, o Balé da Cidade de São Paulo e a Companhia de Dança de Minas Gerais, Deutsche Oper Berlin (Alemanha), Ballet Gulbenkian (Portugal), Les Ballets Jazz de Montreal (Canadá), Stadttheater Saint Gallen (Suíça) e Opéra du Rhin (França).

Sinopse

Inspirado pela Bachianas Brasileiras nº 1, de Heitor Villa-Lobos, Rodrigo Pederneiras criou para a São Paulo Companhia de Dança a obra Bachiana Nº 1, peça em que a dança responde à estrutura íntima da música. A coreografia, dividida em três movimentos, evidencia a brasilidade, o romantismo e a paixão do nosso povo. Para o coreógrafo, “é um balé abstrato e apaixonado. Os violoncelos que se sucedem a cada parte da música já traduzem o gesto em si”, e dessa afinação entre som e movimento surge a obra, que ganha acentos particulares no corpo de cada intérprete. Em Bachiana Nº 1, pode-se reconhecer a linguagem característica desse grande coreógrafo da dança brasileira, bem como as nuances de uma criação específica para bailarinos de uma companhia de repertório, em que a versatilidade dos intérpretes traz novas ênfases à linguagem de Pederneiras.
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