Dança em Rede

Normal

  • Categoria: Coreografias
  • País de origem: Suiça
  • Ano de criação: 2018
  • Duração: 60 min.
  • Grupos de estreia: Alias-Guilherme Botelho
  • Autores: Coreógrafo: Guilherme Botelho

Histórico

Divulgação

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Mini Biografia do Coreógrafo

Guilherme Botelho iniciou sua carreira em dança em São Paulo e questiona, por meio de suas criações, a realidade de nossa existência e explora os principais temas da condição humana. Depois de integrar o elenco do Corpo de Baile do Municipal paulistano dos 17 aos 19 anos, Guilherme deu mais um salto em sua carreira ao ser convidado para dançar no Ballet du Grand Théâtre de Genève, na Suíça, então dirigido por Oscar Araiz. Em 1994, Guilherme fundou sua própria companhia, a Alias, que já está completando 25 anos de atividade.

Links

Bibliografia

(Igor Gasparini | Pesquisa SPCD)

Videografia

Sinopse

Os obstáculos da vida e a capacidade de resiliência humana são temas centrais em Normal, espetáculo da Alias, companhia de dança contemporânea suíça criada pelo coreógrafo brasileiro Guilherme Botelho. A estrutura coreográfica é construída sobre um só movimento: corpos que caem e se levantam. A ação simples vai ganhando complexidade por meio de repetições que formam uma atmosfera hipnotizante.

Estes movimentos cíclicos permitem que o público entre em um estado mais contemplativo, que favorece a projeção de suas próprias memórias e sentimentos pessoais. “O espetáculo traz esta capacidade que temos de nos construir sobre os destroços. Isso acontece de maneira sugerida e não narrativa ou dramática, criando uma certa ‘normalidade’ para essas quedas. Há, também, a ideia de aceitação, de que altos e baixos fazem parte da vida e que uma vida rica é uma vida também tumultuosa”, conta Botelho, que há mais de 20 anos pensa na imagem de pessoas que não conseguem ficar no eixo, em equilíbrio.

Apesar de não ser diretamente inspirada na obra da poeta polonesa Wislawa Szymborska (1923-2012), a coreografia se relaciona com a atmosfera metafísica, irônica, cotidiana e, por vezes, engraçada de seus poemas que testemunham a frágil e instável estrutura da vida.

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