Pina Bausch

  • Categoria: Profissionais da dança
  • País: Alemanha
  • Atividade: Bailarina
  • Atividade: Coreógrafa
  • Data de nascimento: 27/07/1940
  • Data de falecimento: 30/06/2009

Conteúdo

Trabalhos

1973
FRITZ
Dança da noite por Pina Bausch
Música: Gustav Mahler, Wolfgang Hufschmidt

IPHIGENIE AUF TAURIS (IFIGÊNIA EM TAURIS)
Dança-ópera por Pina Bausch
Música: Christoph W. Gluck

1974
ICH BRING DICH UM DIE ECKE (EU VOU MATAR VOCÊ)
Popmusic ballet por Pina Bausch

ADAGIO – FIVE SONGS BY GUSTAV MAHLER (ADÁGIO – CINCO CANÇÕES POR GUSTAV MAHLER)
por Pina Bausch

1975
ORPHEUS UND EURYDIKE (ORFEU E EURÍDICE)
Dança-ópera por Pina Bausch
Música: Christoph W. Gluck

DAS FRÜHLINGSOPFER (A SAGRAÇÃO DA PRIMAVERA)
por Pina Bausch
Música: Igor Strawinsky

1976
DIE SIEBEN TODSÜNDEN (OS SETE PECADOS CAPITAIS)
Dança da noite por Pina Bausch
Música: Kurt Weill. Texto: Bertolt Brecht

1977
BLAUBART - BEIM ANHÖREN EINER TONBANDAUFNAHME VON BELA BARTOKS HERZOG BLAUBARTS BURG" (BLUEBEARD – ENQUANTO SE OUVE UMA GRAVAÇÃO DA ÓPERA DE BELA BARTÓK, “O CASTELO DO BARBA-AZUL”)
por Pina Bausch

KOMM TANZ MIT MIR (VEM DANÇAR COMIGO)
por Pina Bausch

RENATE WANDERT AUS (RENATE EMIGRA)
Opereta por Pina Bausch

1978
ER NIMMT SIE AN DER HAND UND FÜHRT SIE
IN DAS SCHLOSS, DIE ANDEREN FOLGEN... (ELE PEGA SUAS MÃOES E A LEVA PARA O CASTELO, OS OUTROS SEGUEM&hellip
)
por Pina Bausch,
em coprodução com Schauspielhaus Bochum

CAFÊ MÜLLER
por Pina Bausch

KONTAKTHOF
por Pina Bausch

1979
ARIEN (ÁRIAS)
por Pina Bausch

KEUSCHHEITSLEGENDE (A LENDA DE CHASTITY)
por Pina Bausch

1980
1980 - A PIECE BY PINA BAUSCH (1980 – UMA PEÇA DE PINA BAUSCH)
por Pina Bausch

1981
BANDONEON
por Pina Bausch

1982
WALZER
por Pina Bausch
em coprodução com o Festival de Holanda

NELKEN (ESCARLATE)
por Pina Bausch

1984
AUF DEM GEBIRGE HAT MAN EIN GESCHREI GEHÖRT (NA MONTANHA UM GRITO FOI OUVIDO)
por Pina Bausch

1985
TWO CIGARETTES IN THE DARK (DOIS CIGARROS NO ESCURO)
por Pina Bausch

1986
VIKTOR
por Pina Bausch
em coprodução com o Teatro Argentina, Roma

1987
AHNEN
por Pina Bausch

1989
PALERMO PALERMO
por Pina Bausch
em coprodução com o Teatro Biondo Palermo e Andres Neumann International

1990
DIE KLAGE DER KAISERIN (O LAMENTO DA IMPERATRIZ)
por Pina Bausch

1991
TANZABEND II
por Pina Bausch
em coprodução com o Festival de Outono, Madri

1993
DAS STÜCK MIT DEM SCHIFF (A PEÇA COM O NAVIO)
por Pina Bausch

1994
EIN TRAUERSPIEL
por Pina Bausch
em coprodução com o Wiener Festwochen

1995
DANZÓN
por Pina Bausch

1996
NUR DU (SOMENTE VOCÊ)
por Pina Bausch
em coprodução com a Universidade da California, Los Angeles, Universidade do Estado do Arizona, Universidade da Califórnia, Berkeley, Universidade do Texas, Austin, e Darlene Neel Presentations e Rena Shagan Associates

1997
DER FENSTERPUTZER (O LIMPADOR DE JANELAS)
por Pina Bausch
em coprodução com o Hong Kong Arts Festival Society e o Instituto Goethe de Hong Kong

1998
MASURCA FOGO
por Pina Bausch
em coprodução com a EXPO 98 Lissabon and Instituto Goethe de Lissabon

1999
O DIDO
por Pina Bausch
em coprodução com o Teatro Argentina, Roma, e Andres Neumann International

2000
KONTAKTHOF
por Pina Bausch

WIESENLAND
por Pina Bausch
em coprodução com o Instituto Goethe de Budapeste e o Théâtre de la Ville Paris

2001
ÁGUA
por Pina Bausch
em coprodução com o Brasil, Instituto Goethe de São Paulo, e Emilio Kalil

2002
FÜR DIE KINDER VON GESTERN, HEUTE UND MORGEN (PARA AS CRIANÇAS DE HOJE, ONTEM E AMANHÃ)
por Pina Bausch

2003
NEFÊS
por Pina Bausch
em coprodução com o International Istanbul Theatre Festival e o Istanbul Foundation of Culture and Arts

2004
TEN CHI
por Pina Bausch
em coprodução com a prefeitura de Saitama, Saitama Arts Foundation, Japão, e Nippon Cultural Center

2005
ROUGH CUT
por Pina Bausch
em coprodução com o LG Arts Center e o Instituto Goethe de Seoul

2006
VOLLMOND (LUA CHEIA)
por Pina Bausch

2007
BAMBOO BLUES
por Pina Bausch
em coprodução com o Instituto Goethe da Índia

2008
"SWEET MAMBO"
por Pina Bausch

KONTAKTHOF
Com adolescentes
por Pina Bausch

2009
"...COMO EL MUSGUITO EN LA PIEDRA, AY SI, SI, SI ..."
por Bina Bausch
em coprodução com o Festival Internacional do Teatro Santiago, Chile, e suporte do Instituto Goethe do Chile, em cooperação com Andres Neumann International
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Biografia

Philippine Bausch nasceu em 1940, em Solingen, Alemanha. Anos mais tarde e já sob o estigma do famígero apelido, Pina conquistou uma reputação internacional desde Wuppertal, especialmente por sua dança teatro. Seus pais eram donos de um restaurante em Solingen ligado a um hotel onde Pina, junto de seus irmãos, trabalhou por algum tempo. Ela aprendeu a observar as pessoas e, sobretudo, os aspectos essenciais que as movem. A atmosfera de sua infância parece encontrar eco em suas peças – a música é ouvida, as pessoas vêm e vão, seu desejo de felicidade está ali. Por outro lado, a experiência inicial da guerra também é refletida em súbitas explosões de pânico, no medo de um perigo iminente.

Tendo dançado no corpo de baile infantil de Solingen, aos 14 anos Pina Bausch começou a estudar com Kurt Jooss na Escola Folkwang, em Essen. Jooss foi um importante defensor da dança moderna alemã, que se libertou das amarras do balé clássico. Em suas aulas, no entanto, procurou reconciliar o espírito livre dos revolucionários com as regras fundamentais de ballet. Desse modo, a jovem bailarina adquiriu técnicas livres de expressão criativa e as bases de uma forma limpa e clássica. A proximidade com as outras artes ensinadas na Escola Folkwang, incluindo ópera, música, teatro, escultura, pintura, fotografia e design também a influenciou sobremaneira, basta observar os elementos cênicos e dramáticos, os temas musicais, além de uma abordagem totalmente aberta para a mídia em suas coreografias.

Em 1958, Pina Bausch foi premiada com o Leistungspreis Folkwang e por meio de uma bolsa da Deutschen Akademischen Austauschdienst (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico: DAAD), viveu um ano como Aluna Especial" na Juilliard School of Music de Nova York. Na época, a cidade era considerada uma Meca da dança, em que o ballet clássico se reinventava pela mente de George Balanchine e o desenvolvimento de sua dança moderna. Dentre os professores de Pina, destaca-se Antony Tudor, José Limón, dançarinos da companhia de Martha Graham, Alfredo Corvino e Margret Craske. Como dançarina, trabalhou com Paul Taylor, Sanasardo Paulo e Feuer Donya. Ela aproveitou todas as oportunidades para assistir às performances e acabou absorvendo muitas tendências. Entusiasmada com a diversidade da vida cultural em Nova York, Pina permaneceu por mais um ano na cidade. Desta vez, no entanto, foi obrigada a financiar sua estadia, assim, encontrou emprego com Antony Tudor, na Metropolitan Opera. Algum tempo depois, sua afinidade com a ópera e seu respeito pela tradição musical desempenhou um papel idêntico ao seu amor pelo jazz. A distinção entre a música "erudita" e "popular", ainda firmemente mantida na Alemanha, não mostrava nenhum significado para ela – a música é produzida a partir do mesmo valor, desde que expresse emoções genuínas.

Dois anos após ter deixado Nova York, Kurt Jooss pediu-lhe para voltar a Essen. Ele havia revigorado a Folkwang Ballet, renomeando-a Tanzstudio Folkwang. Pina Bausch dançou obras de Jooss, antigas e inéditas, além de auxiliá-lo em suas coreografias. Como o Tanzstudio Folkwang necessitava de novas peças, ela começou a coreografar de forma independente, criando obras, dentre elas “Fragment” (Fragmento) e “Im Wind der Zeit” (No vento do tempo), pela qual recebeu seu primeiro prêmio no International Workshop Coreográfico de 1969, na cidade de Colônia, Alemanha. Também concebeu suas primeiras obras em Wuppertal como coreógrafa convidada, todas realizadas com os membros da Tanzstudio Folkwang: “Aktionen für Tanzer” (Ações para dançarinos) em 1971 e o “Tannhäuser Bacchanal” em 1972. Em 1973, o diretor do teatro Wuppertal, Arno Wüstenhöfer, nomeou Pina Bausch diretora artística do Ballet de Wuppertal, que ela logo rebatizou de Tanztheater Wuppertal. O Tanztheater, ou dança-teatro, descrição originalmente usada por Rudolf von Laban em 1920, é uma declaração de intenções, cujo significado configura a emancipação das rotinas clássicas de ballet e a completa liberdade para escolher um do meio de expressão. Em uma rápida sucessão, Pina Bausch desenvolveu vários novos gêneros a partir dessa concepção. Com as duas óperas do compositor vienense Christoph Willibald Ritter von Gluck – Iphigenia in Tauris (1974) e Orfeu e Eurídice (1975), ela criou as primeiras óperas-dança. Em 1974, com “Ich bring dich um die Ecke”, mergulhou no universo simples das canções populares. Enquanto “Komm, tanz mit mir” (Vem dançar comigo) se fundamentou em antigas canções folclóricas alemãs, “Renate wandert aus” (Renate emigra) brincou com os clichês da opereta (ambos de 1977). A coreografia “Sacre du printemps” (Sagração da primavera) de 1975 e autoria de Igor Stravinsky se tornou um marco, a força física e emocional dessa obra vai aparecer em todos seus trabalhos, como um signo.
Com os ensinamentos de Kurt Jooss a bailarina aprendeu especialmente “a honestidade e a precisão". Bausch demonstrou esses dois valores, expressando uma energia dramática jamais vista antes. Nos primeiros anos, considerados de chumbo, a Wuppertal provocou consternação entre a imprensa e o público. O confronto com os verdadeiros motivos por trás dos movimentos humanos foi doloroso. Para muitas pessoas, a tristeza e o desespero evocado na peça de 1977 “Blaubart - Beim Anhören einer Tonbandaufnahme von Bela Bartóks Oper ‘Herzog Blaubarts Burg’” (Bluebeard - Enquanto se ouve uma gravação da ópera de Bela Bartók, “O Castelo do Barba-Azul"), em que passagens da música são repetidas incansavelmente, sentindo-se uma espécie de tortura. Junto de seu talento dramático, Pina Bausch também demonstrou certo senso de humor, por exemplo, em “Brecht/Weill double-bill Die sieben Todsünden” (Os sete pecados capitais) e “Fürchtet Euch nicht” (Não tenha medo ) de 1976. Na segunda parte, uma livre colagem, em que homens e mulheres vestem somente roupas femininas, é engraçado observar como Bausch joga com o entrincheirado gênero humano repleto de convenções.

Em 1978, a artista alterou seus métodos dancísticos. Convidada pelo diretor do teatro Bochum, Peter Zadek, para criar sua própria versão de Macbeth, de Shakespeare, ela se viu diante de uma situação difícil. Grande parte de sua companhia não queria mais trabalhar com ela, justamente pela dança pouco convencional de suas peças. Então, desenvolveu o convite feito pelo teatro Bochum com apenas quatro dançarinos, cinco atores e um cantor. Com esse elenco, ela não foi capaz de implantar passos coreográficos e assim começou a pedir a seus intérpretes questões associativas em torno dos temas da peça. O resultado dessa investigação conjunta estreou em abril de 1978, em Bochum, sob o longo título “Er nimmt sie an der Hand und führt sie in das Schloss, die andern folgen” (Ele pega suas mãos e a leva para o castelo, os outros seguem). A obra quase foi abafada pela tempestade de protestos da plateia. No entanto, ao conceber esse movimento incomum, Pina Bausch havia finalmente encontrado a forma que seu trabalho levaria daqui em diante – as imagens oníricas, a poética e a linguagem corporal, justificando o sucesso internacional logo alcançado. Ao tomar as emoções essenciais das pessoas como ponto de partida – seus medos e necessidades, seus desejos e anseios – a Tanztheater Wuppertal não foi apenas capaz de ser compreendida em todo o mundo, mas também provocou uma revolução coreográfica universal. O segredo, se é que ele existe, pode estar no fato de que a dança-teatro de Pina Bausch corre o risco de adotar um olhar firme para a realidade, ao mesmo tempo em que nos convida a sonhar. Considera seriamente o cotidiano dos espectadores, ao mesmo tempo nos dá esperança de que tudo pode mudar para melhor. Os bailarinos, por sua vez, são obrigados a assumir essa responsabilidade. Todos os homens e mulheres de suas peças devem testar de dentro para fora e com a máxima precisão e honestidade, o que cada um traz em seu interior, aproximando-se e sempre sendo empurrados pela felicidade. Ê isso que ele devem expressar, proporcionar ao público, já que não podem oferecer uma panaceia. Eles também sempre deixam o palco com a certeza de que – apesar de todos os altos e baixos – cada espectador vai sobreviver à vida.

Em janeiro de 1980, morreu Rolf Borzik, importante parceiro de Pina Bausch. Desde os primeiros dias de estágio seus cenários e figurinos tiveram uma influência decisiva no visual da dança-teatro. Após sua morte, o trabalho prosseguiu nas mãos de Peter Pabst (cenário) e Marion Cito (figurino). Os espaços criados são poéticos, muitas vezes, concebidos a partir do exterior, expandindo-se em uma paisagem. E também são espaços físicos, que comprometem os movimentos dos bailarinos. Água e chuva permitem o corpo ser visto através das roupas, a terra torna cada movimento um feito de força, os passos dos dançarinos formam rastros em uma camada de folhas caídas. A variedade dos espaços alcança desde os interiores do século XIX até as tábuas cruas de madeira do minimalismo japonês. Os figurinos também podem ser tão elegantes quanto absurdos – do refinamento de um vestido de gala até o deleite infantil em vestir-se. Do mesmo modo que as peças em si, os cenários e os figurinos refletem a vida cotidiana e ainda ultrapassam isso, ascendendo ao sonho, à beleza e à leveza. O humor e a beleza, muitas vezes, esquecidos no início da Tanztheater Wuppertal, foram gradualmente compreendidos ao longo de todos esses anos. Aos poucos tornou-se claro que se tratava de uma dança-teatro, e não uma provocação. Nas próprias palavras de Pina Bausch, “um espaço onde podemos encontrar um ao outro.”

O desenvolvimento da dança-teatro resultou em muitas coproduções internacionais para o Tanztheater Wuppertal: “Viktor”, “Palermo Palermo” e “O Dido” na Itália
“Tanzabend II” (Dança da noite II) em Madri
“Ein Trauerspiel” (A tragédia) em Viena
“Nur Du” (Somente você) em Los Angeles
“Der Fensterputzer” (O lavador de janelas) em Hong Kong
“Masurca Fogo” em Lisboa
“Wiesenland” em Budapeste
“Água” no Brasil
“Nefés” (Sopro) em Istambul
“Ten Chi” em Tóquio
“Rough Cut” em Seul
“Bamboo Blues” na Índia
e sua última produção no Chile, “...Como el musguito en la piedra, Ay, si, si, si...”.

O polêmico trabalho, eventualmente desenvolvido em um teatro mundial, pode incorporar todas as colorações culturais e trata a todos com o mesmo respeito. Ê um teatro que não pretende pregar, mas criar uma experiência elementar da vida, em que cada espectador é convidado a participar junto com os bailarinos. Essa dança-teatro universal é generosa, fundamentada na percepção, no olhar de Pina e absolutamente charmosa para com seu público. Convida-o a fazer as pazes com a vida, a confiar sua coragem e força para continuar a viver. Ê um mediador entre culturas, um mensageiro da liberdade e da compreensão mútua. Uma dança que se mantém livre de toda a ideologia e dogmas, que percebe sem nenhum preconceito e reconhece a vida em todas suas facetas. A partir dos achados recolhidos durante a residência, anterior à criação de uma nova peça, em determinado país, os bailarinos constroem pequenas cenas que, ao longo dos anos, conformam uma imagem global de enorme complexidade, cheia de voltas surpreendentes. O Tanztheater Wuppertal não tem outras obrigações com os seres humanos, além de um humanismo que não reconhece fronteiras.

Pina Bausch conquistou muitos prêmios e elogios por seu trabalho, incluindo o New York Bessie Award em 1984
o German Dance Prize em 1995
o Berlin Theatre Prize em 1997
Japan's Praemium Imperiale em 1999
Monte Carlo's Nijinsky Prize
a Golden Mask em Moscou em 2005
e o Prêmio Goethe da cidade de Frankfurt, em 2008. Em junho de 2007 ela foi presenteada com a Bienal Leão de Ouro de Veneza pelo trabalho concebido alo longo de toda sua vida e, em novembro daquele ano, foi premiada com o respeitado Kyoto Prize. Em 1997, o governo alemão honrou-a com a Ordem de Mérito da República Federal da Alemanha, o governo francês com o título de l'Ordre Commandeur des Arts et de Lettre em 1991 e Chevalier de la Légion d'Honneur em 2003. Diversas universidades concedeu-lhe um doutorado honorário.

Em 30 de junho 2009 a viagem de Pina Bausch chegou ao fim. Ela será lembrada como uma das mais importantes coreógrafas do século XX.

Fonte: http://www.pina-bausch.de/start.php
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PINA BAUSCH

Autor: CYPRIANO, FABIO
Editora: COSAC NAIFY
Ano: 2005

PINA BAUSCH E O WUPPERTAL DANÇA

Autor: FERNANDES, CIANE
Editora: ANNABLUME
Ano: 2007

PINA BAUSCH SOURCEBOOK, THE

Organizador: CLIMENHAGA, ROYD
Editora: TAYLOR & FRANCIS USA
Ano: 2012

Artigos por Helena Katz
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