Ingressos – Temporada 2026

A Temporada 2026 – Como Quem Sonha São Paulo Companhia de Dança, no Teatro Sérgio Cardoso, está chegando.

As apresentações acontecem entre 4 e 7 de junho, com o mais aclamado balé do mundo, O Lago dos Cisnes, na versão completa criada por Mario Galizzi especialmente para a SPCD, que abre a jornada em diálogo vivo entre herança e reinvenção. As sessões acontecem às quintas, sextas, às 20h; sábado às 16h e 20h e aos domingos, às 16h.

Já entre 11 e 14 de junho, o público poderá conferir Indigo Rose, do coreógrafo de renome internacional Jiří Kylián, que celebra a juventude em sua intensidade; a premiada obra Agora, da brasileira Cassi Abranches, que pulsa o tempo vivido em energia vibrante e coletiva; e a estreia de O Som da Chuva, nova obra da francesa Joëlle Bouvier, que em sua segunda criação para a SPCD tece imagens centradas no amor, em sua delicadeza e força.
As sessões acontecem às quintas, sextas, e sábado às 20h e aos domingos, às 16h.

Além dos espetáculos, a programação inclui as já conhecidas atividades educativas, com espetáculos gratuitos, palestras e ações de acessibilidade, com audiodescrição das obras e intérprete de libras durante as palestras.

Programação Temporada 2026

1ª semana – 4 a 7 de junho de 2026

quinta e sexta: 20h
sábado: 16h e 20h
domingo: 16h

Duração: 2h com 20 minutos de intervalo
Classificação:
Livre

O Lago dos Cisnes

por Mario Galizzi, a partir de Marius Petipa (1818–1910) e Lev Ivanov (1834–1901)

O Lago dos Cisnes é um balé com música de Tchaikovsky, estreado em 1877 no Teatro Bolshoi. Seu grande sucesso veio apenas em 1895, com a nova coreografia de Marius Petipa e Lev Ivanov para o Teatro Mariinsky, em São Petersburgo. A trama acompanha o príncipe Siegfried, que, ao atingir a maioridade, deve escolher uma esposa. Durante uma caçada, ele encontra Odette, jovem enfeitiçada pelo mago Rothbart a viver como cisne branco durante o dia. O feitiço pode ser quebrado apenas pelo amor verdadeiro, e Siegfried promete selar esse amor no baile. No dia seguinte, no baile com princesas estrangeiras, nenhuma interessa ao príncipe. Rothbart chega disfarçado e transforma sua filha Odile, o Cisne Negro, na imagem de Odette. Enganado, Siegfried jura amor eterno a Odile e, ao descobrir o erro, corre ao lago. Odette o perdoa, mas o feitiço parece irreversível. Ele desafia Rothbart em um confronto mortal e se lança no lago; Odette o segue para viverem seu amor.

A versão da São Paulo Companhia de Dança, criada por Mario Galizzi, destaca o protagonismo de Rothbart e das princesas, homenageando o legado de Ivanov e o embate entre bem e mal. A montagem já conquistou prêmios como o APCA e o segundo lugar de Melhor Espetáculo pelo Guia da Folha, tanto pelo júri quanto pelo público.

2ª semana – 11 a 14 de junho de 2026

quinta, sexta e sábado: 20h | domingo: 16h

Indigo Rose, de Jiří Kylián | Agora, de Cassi Abranches | O Som da Chuva (estreia), de Joëlle Bouvier

Indigo Rose, de Jiří Kylián
Nesta obra, o coreógrafo explora a vivacidade de seus intérpretes para criar uma peça sobre a transição da juventude e as relações humanas. A movimentação rápida, virtuosa, articulada e ao mesmo tempo lírica, faz alusão à busca pela perfeição, intangível segundo Kylián. Na cena, uma cortina de seda branca cria jogos de luz e sombra, que somados a projeções dos bailarinos, alteram a percepção de quem vê. Criada para celebrar o 20º aniversário do Netherlands Dance Theather II, esta é a terceira peça de Jiří Kylián a compor o repertório da SPCD.

 

Agora, de Cassi Abranches
Terceira criação da coreógrafa brasileira para a São Paulo Companhia de Dança, a obra explora a palavra tempo em seus possíveis significados: musical com dinâmicas e sonoridades; cronológico com lembranças e expectativas, temperatura com diferentes graus e intensidades. A coreógrafa esculpe os movimentos no corpo de cada bailarino a partir dos ritmos musicais da trilha composta por Sebastian Piracés, que utiliza bateria e elementos de percussão afro-brasileiras, misturados ao rock contemporâneo e canto.


O Som da Chuva (estreia), de Joëlle Bouvier
Após o grande sucesso nacional e internacional de Odisseia, a coreógrafa francesa – cuja linguagem poética e cinematográfica explora as profundezas da emoção humana – prepara sua segunda obra para a São Paulo Companhia de Dança. Desta vez, ela propõe um caleidoscópio de imagens e energias centrado no amor — em sua fragilidade, suas contradições,  sua ternura e sua força. Revisitará fragmentos de sua trajetória artística para tecer um território onírico onde os corpos se movem “como quem sonha”, suspensos entre memória e despertar. Com elementos cênicos simples — cadeiras, tecidos suspensos, cordas, estruturas que se transformam em diálogo com a luz — Bouvier compõe um espaço onde o amor não se narra: se sente

Atividades Educativas

Quarenta e cinco minutos antes dos espetáculos, o público interessado em se aprofundar nas histórias e nos bastidores das criações poderá conversar com a diretora da Companhia, Inês Bogéa, em palestras gratuitas sobre os processos criativos das obras. As conversas têm duração de cerca de 30 minutos e, aos sábados, contará com a presença de intérpretes de libras. 

Ministério da Cultura apresenta: São Paulo Companhia de Dança via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio: Itaú e Laranjinha Itaú. Apoio: BS2. Parceria: Giuliana Flores e Linktel. Realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil ao lado do povo brasileiro.