Dança em Rede

Companhia Estável de Dança de Bauru

  • Categoria: Companhias Profissionais
  • País de origem: Brasil
  • UF de origem: SP
  • Cidade de origem: Bauru
  • Ano de criação: 2011
  • Direção artística: Sivaldo Camargo
  • Telefone: (14) 99777-7897
  • Endereco: Avenida Nações Unidas, 8-9
  • Bairro: Centro
  • E-mail: sivadecamargo@yahoo.com.br

Histórico

A Companhia Estável de Dança de Bauru é um projeto da Secretaria de Cultura da cidade e tem como principal objetivo a profissionalização de jovens bailarinos, tanto na inserção desses jovens no mercado de trabalho quanto na obtenção do registro profissional. Criada em 2011, sob direção de Sivaldo Camargo, a companhia se apresenta em Bauru e nas cidades da região em torno de 30 vezes ao ano, sempre gratuitamente.
 
Estudantes entre 14 e 20 anos são selecionados por meio de audição, com comprovação prévia de estudos em dança; se dedicam em torno de 20 horas semanais entre aulas de ballet clássico e dança contemporânea, e ensaios. Todos recebem uma bolsa mensal, material de aulas e figurinos.
 
Além disso, também existe o Projeto Integração, em que estudantes de dança mais jovens são selecionados em audição específica para participar das aulas com a companhia principal. O objetivo é preparar esses estudantes para futuramente ingressarem na companhia, e a dedicação é de 15 horas semanais.
 
Em 2021, a Companhia Estável de Dança de Bauru foi selecionada para o programa Qualificação em Artes, do Governo do Estado de São Paulo.

Videografia

Vídeo-arte: “Carmen” (2018), Cia Estável de Dança de Bauru, Jornal Dois

Verbete editado por:

(Cássia Pires | Pesquisa SPCD – Atualizado em 17 de março de 2021)

Trabalhos

As obras do repertório da companhia são “Morte e Vida Severina” (2019), “Carmen” (2018), “Frida” (2014), “Vejo Cores” e “Gestos” (2013), “Baluarte” (2015) e “Sentir-se-a” (2012), de Arilton Assunção; “Tropicália Bananas ao Vento” (2017), de Sivaldo Camargo; “V de Vivaldi” (2016), de Luis Augusto Ribeiro; “Sertaneja” (2015), de Yola Guimarães; “Masquerade” (2013), de Eduardo Bonnis; e “Nuit Verd” (2012), de Sérgio Bruno.

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