Dança em Rede

Adhonay Soares da Silva

  • Categoria: Profissionais da dança
  • País de origem: Brasil
  • Cidade de origem: Goiânia
  • Data de nascimento: 30/08/1997

Histórico

Atividade atual: Primeiro-bailarino do Stuttgart Ballet

Adhonay Soares da Silva. Foto: Divulgação
Adhonay Soares da Silva. Foto: Divulgação
Adhonay Soares da Silva e Alicia Amatriain, Dances at a Gathering, Stuttgart Ballet. Foto: Divulgação
Adhonay Soares da Silva e Alicia Amatriain, Dances at a Gathering, Stuttgart Ballet. Foto: Divulgação
Adhonay Soares da Silva e Elisa Badenes, La Bayadère, Stuttgart Ballet. Foto: Divulgação
Adhonay Soares da Silva e Elisa Badenes, La Bayadère, Stuttgart Ballet. Foto: Divulgação

Biografia

Adhonay Soares começou no ballet aos 9 anos de idade no Centro Cultural Gustav Ritter; depois, ingressou no Centro de Educação Profissional em Artes Basileu França. Participou de diversos festivais e competições, sendo os mais importantes Festival de Joinville (Brasil), Youth America Grand Prix (Estados Unidos) e Prix de Lausanne (Suíça). Recebeu dois prêmios em Lausanne - uma bolsa de estudos e o troféu de preferido do público -, e ingressou na John Cranko School aos 16 anos, onde se formou em 2015. Ingressou no Stuttgart Ballet na temporada 2015-2016 como corpo de baile. Em 2017, foi promovido a solista. Na temporada 2018-2019, tornou-se primeiro-bailarino da companhia.
 

Principais trabalhos

Os seus papéis principais e solos foram nas obras Concerto for Flute and Harp (1966), R. e E. em Initials R.B.M.E. (1972), Joker e Suite of hearts em Jeu de cartes (1965), L'estro armonico (1963), Jasper em Pineapple Poll (1951), Siegfried, acompanhante da Princesa de Naples e Benno em O lago dos cisnes  (1963), Petrucchio e Lucentio em The Taming of the Shrew (1969), Mercutio e Benvolio em Romeu e Julieta (1962), e Lenski em Onegin (1965), de John Cranko (1927-1973); Papel principal no terceiro movimento de Symphony in C (1947), de George Balanchine (1904-1983); Papel em Brown em Dances at a Gathering (1969), de Jerome Robbins (1918-1998); Basilio e Príncipe Cigano em Dom Quixote (2012), de Maximiliano Guerra; Solor no Reino das Sombras de La Bayadère (1989), de Natalia Makarova depois de Marius Petipa (1818-1910); Colas em La Fille mal gardée (1960), de Frederick Ashton (1904-1988); Bratfisch e Hungarian officer em Mayerling (1978), de Kenneth MacMillan (1920-1992); Gaston Rieux em A Dama das Camélias (1978), de John Neumeier; Faun (2009), de Sidi Larbi Cherkaoui; Firebreather (2015) de Katarzyna Kozielska; Hikarizatto (2004), de Itzik Galili; Lucid Dream (2016), de Marco Goecke; One of a Kind (1998), de Jirí Kylián; Qi (2017), de Louis Stiens; Sirs (2007), de Bridget Breiner; Ssss... (2012), de Edward Clug; The Second Detail (1991), de William Forsythe; Solo em Kaash (2002), de Akram Khan; e Grand Pas de deux, Ali Baba e Pássaro azul em A Bela Adormecida (1987), de Marcia Haydée depois de Marius Petipa (1818-1910).

Já no corpo de baile da companhia, ele dançou as obras Initials R.B.M.E. (1972), Onegin (1965), Romeu e Julieta (1962), The Taming of the Shrew (1969) e The Lady and the Fool (1954), de John Cranko (1927-1973); Um Bonde Chamado Desejo (1983), de John Neumeier; Krabat (2013), de Demis Volpi; Le spectre de la rose (2009), de Marco Goecke; Seventh Symphony (1991), de Uwe Scholz (1958–2004); e A Bela Adormecida (1987), de Marcia Haydée depois de Marius Petipa.

Outras obras pela companhia foram Dark Glow (2017) e Neurons (2016), de Katarzyna Kozielska; Impuls (2019), de Roman Novitzky; Patterns in ¾ (2019), de Edward Clug; Salome (2016), de Demis Volpi; Cello contra bass (2015), de Roman Novitzky; e White Light (2019), de Agnes Su.

Bibliografia

(Cássia Pires | Pesquisa SPCD)

Videografia

Prix de Lausanne 2013, clássico
<https://www.youtube.com/watch?v=-Z5MkSv8OWY>

Ensaio de Romeu e Julieta, como Mercutio, no World Ballet Day 2019
<https://www.youtube.com/watch?v=rDRDhJZdOsk>

 

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