Dança em Rede

Belle

  • Categoria: Coreografias
  • País de origem: Brasil
  • Cidade de origem: Rio de Janeiro
  • Ano de criação: 2014
  • Duração: 88 min.
  • Grupos de estreia: Cia de Dança Deborah Colker
  • Autores: Coreógrafo: Deborah Colker

Histórico

Bailarinos em "Belle" | Divulgação

Bailarinos em "Belle" | Divulgação

Bailarina em "Belle" | Divulgação

Bailarina em "Belle" | Divulgação

Bailarinas em "Belle" | Divulgação

Bailarinas em "Belle" | Divulgação

Bailarinos em "Belle" | Divulgação

Bailarinos em "Belle" | Divulgação

Mini Biografia do Coreógrafo

Deborah Colker iniciou sua carreira profissional na Coringa, companhia que se destacou no Rio de Janeiro nos anos 80. 

Em 1984, a convite de Dina Sfat, deu início àquela que seria a principal vertente de sua carreira nos dez anos subsequentes: diretora de movimento; uma função criada especialmente para ela, que viria a ser incorporada pelo jargão cênico brasileiro. 

Em 1994, Deborah funda a Cia de Dança Deborah Colker que imprimiria definitivamente seu nome na história da dança mundial. 
O reconhecimento internacional é referendado por prêmios como o Laurence Olivier Award na categoria “Oustanding Achievement in Dance" em 2001.

Ela ainda viria a coreografar aberturas de Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, além do espetáculo OVO do Cirque du Soleil. 

 

Sinopse

Belle (2014),  livremente inspirado no romance Belle de Jour, do escritor franco-argentino Joseph Kessel, narra a história de Séverine, a burguesa bem-casada que, para suprir o vazio existencial que a consome, foge de seu mundo de conto-de-fadas para passar as tardes em um randevu, onde atende pelo codinome Belle.

A temática de Belle, assim como a de outros espetáculos da companhia - Nó (2005) e Cruel (2008) - discorre sobre o que há de mais atávico nas pulsões humanas: o erotismo.

Porém, Belle também traz à tona o outro lado desta mesma moeda: coloca em evidência o embate entre carne e espírito, amor e desejo, razão e instinto, real e imaginário – conflitos íntimos que assombram e atormentam o homem civilizado.

Belle se estrutura em dois movimentos. No primeiro, a ação se concentra na casa de Séverine e culmina em sua descoberta clandestina do randevu. No segundo, integralmente passado no habitat de Belle, seu duplo, o elenco feminino troca as sapatilhas por sapatos de salto alto, mas há poucas mudanças de cenário. Uma opção que reforça a leitura pessoal e intransferível do romance pela coreógrafa.

Bibliografia

(Pedro Aranha | Pesquisa SPCD)

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