Dança em Rede

Cão Sem Plumas

  • Categoria: Coreografias
  • País de origem: Brasil
  • Cidade de origem: Recife
  • Ano de criação: 2017
  • Duração: 70 min.
  • Grupos de estreia: Cia de Dança Deborah Colker
  • Autores: Coreógrafo: Deborah Colker

Histórico

Projeção e bailarinos em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Projeção e bailarinos em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Projeção e bailarinos em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Projeção e bailarinos em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Projeção e bailarino em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Projeção e bailarino em "Cão Sem Plumas" | Divulgação

Mini Biografia do Coreógrafo

Deborah Colker iniciou sua carreira profissional na Coringa, companhia que se destacou no Rio de Janeiro nos anos 1980.

Em 1984, a convite de Dina Sfat, deu início àquela que seria a principal vertente de sua carreira nos dez anos subsequentes: diretora de movimento; uma função criada especialmente para ela, que viria a ser incorporada pelo jargão cênico brasileiro. 

Em 1994, Deborah funda a Cia de Dança Deborah Colker que imprimiria definitivamente seu nome na história da dança mundial. 
O reconhecimento internacional é referendado por prêmios como o Laurence Olivier Award na categoria “Oustanding Achievement in Dance" em 2001.

Ela ainda viria a coreografar aberturas de Copa do Mundo e Olimpíadas no Brasil, além do espetáculo OVO do Cirque du Soleil. 

 

Links

Bibliografia

Poema Cão Sem Plumas:
http://www.algumapoesia.com.br/poesia/poesianet001.htm

(Pedro Aranha | Pesquisa SPCD) 

Videografia

Cão Sem Plumas (cenas):
https://www.youtube.com/watch?v=2owRW_VRzcY

Deborah Colker fala de Cão Sem Plumas
https://www.youtube.com/watch?v=GqOgtR24ISk
 

Sinopse

Cão Sem Plumas, o mais recente balé da Cia Deborah Colker, é baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto (1920-1999). É o primeiro espetáculo de temática explicitamente brasileira da companhia e estreou dia 3 de junho de 2017, no Teatro Guararapes, em Recife. 

Publicado em 1950, o poema acompanha o percurso do rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco. Mostra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites, a vida no mangue, de “força invencível e anônima”. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno.

O balé materializa as margens do Capibaribe no palco. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo cineasta pernambucano Cláudio Assis são projetadas no fundo do palco e dialogam com bailarinos cobertos de lama que evocam os movimentos de caranguejos no mangue. 

A coreografia, que em 2018 venceu o prêmio Benois de la Danse, constrói o bicho-homem explorando manifestações que são fortes em Pernambuco, como maracatu e coco, mas também se vale de samba, jongo, kuduro e outras danças populares.  

 

X