Dança em Rede

Janice Vieira

  • Categoria: Profissionais da dança
  • País de origem: Brasil
  • UF de origem: SP
  • Cidade de origem: Lutécia
  • Atividade: Bailarina
  • Atividade: Coreógrafa
  • Data de nascimento: 25/11/1940

Histórico

Janice Vieira nasceu em 1940, em Lutécia, interior de São Paulo, mas ainda bebê, muda-se para Itapetininga, onde tem suas primeiras aulas de dança, com a professora Mirian Rabelo Orsi, em 1949. Foi nesse mesmo ano que ela deu início aos estudos em música (acordeom).

Em 1953, vai para Sorocaba, onde no Conservatório João Batista Julião, estuda música com o maestro Luigi D’Aurizio e balé clássico com Zélia Gentil, que veio depois a substituir como professora.

Já em São Paulo, em 1958, estuda dança com a mestra russa Maria Olenewa (1896-1965) e cinco anos depois, monta a primeira escola de dança de Sorocaba, a Escola de Ballet Janice Vieira. Em 1965, aprende dança moderna com a bailarina e coreógrafa Maria Duschenes, onde depois vem a ser sua assistente.

Em 1972, monta o Grupo de Dança Expressiva Folclórica e nesse período forma bailarinos como Regina Claro, Ismenia Rogich e Denilto Gomes (1953-1994), com quem se casou um ano depois. Juntos, fundam o Grupo Pró-Posição Ballet-Teatro.

Viaja para os Estados Unidos, em 1975, junto de Denilto, onde participam do American Dance Festival, em New London. Lá, conhecem as técnicas de José Limón (1908-1972). Em 1984, encerram-se as atividades do Grupo Pró-Posição e Janice muda-se para Bragança Paulista, onde trabalha ao lado de Roberto Gill Camargo no grupo de teatro da Universidade São Francisco (USF).

Inicia os estudos na área de educação somática, por meio do método Antiginástica, de Thérè se Bertherat. Funda o grupo Desequilíbrio, com alunos e ex-alunos do curso de psicologia, em Itatiba (SP).
A dança, as artes dramáticas e a música seguem fazendo parte de sua vida ao longo dos anos. Com sua filha, Andréia Nhur, colaborou em diversos projetos, como o Coletivo KD (Projeto de Extensão em Dança da Universidade de Sorocaba) e com o solo Buquê, de Andréia Nhur, apresentado no Festival da Fábrica (Porto, Portugal). Inicia ainda a parceria com a filha, no projeto de continuidade do Grupo Pró-Posição.

Em 2009, ao lado de Andréia Nhur, coreografa e dança LinhaGens, terceira parte da trilogia. O trabalho tem apoio do ProAC-2008 e conta com preparação corporal de Regina Claro e colaboração artística de Helena Bastos. Circula com o espetáculo por cidades do interior paulista e faz temporadas em São Paulo.

Em 2013, com apoio do ProAC-2012 de circulação, circula com Vis-à-Vis por São Paulo, Sorocaba (Sesi-Sorocaba) e Araraquara (Sesc Araraquara). Ministra oficina de dança contemporânea no Sesc Sorocaba. Participa do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, como
acordeonista e diretora musical de As Estrelas São Para Sempre? (Grupo Katharsis Teatro). Com esse mesmo espetáculo, abre a programação do Festival Internacional de Teatro de Namur (Bélgica).

Bibliografia

CAMARGO, Andréia Vieira Abdelnur. Procura-se Denilto Gomes: um caso de desaparecimento
no jornalismo cultural. São Paulo: PUC, 2008 (dissertação de mestrado).

CAMARGO, Andréia Vieira Abdelnur. Cartografias midiáticas: o corpomídia na construção da
memória da dança. São Paulo: PUC, 2012 (tese de doutorado).

SANT’ANA, Cristiano. A dança interior: o universo de Janice Vieira. Sorocaba-SP:TCM, 2007.

VIEIRA, Janice. Janice Vieira. [2008]. São Paulo: Memória da dança em São Paulo. Entrevista
concedida à Renata Xavier e Maria Coelho. Disponível em: http://www.centrocultural.sp.gov.
br/cadernos/lightbox/lightbox/pdfs/Mem%C3%B3ria%20da%20Dan%C3%A7a.pdf.

Acesso em 26 out. 2009."

Trabalhos

Cronologia

1940 Nasce em Lutécia (SP), em 25 de novembro, filha de Zilda Galvão (1910-1992) e Etelvino Vieira (1907-1983). Ainda bebê, muda-se com a família para Itapetininga (SP);
1949 Em Itapetininga, tem as primeiras aulas de dança, com a professora Mirian Rabelo Orsi, e inicia os estudos em música (acordeom);
1953 Muda-se para Sorocaba (SP), onde, no Conservatório João Batista Julião, estuda música com o maestro Luigi D’Aurizio e balé clássico com Zélia Gentil;
1956 Torna-se assistente de Zélia Gentil, vindo depois a substituir a professora no Conservatório João Batista Julião;
1958 Na capital paulista, começa a estudar dança com a mestra russa Maria Olenewa (1896-1965);
1963 Monta a primeira escola de dança de Sorocaba, a Escola de Ballet Janice Vieira. Tem aulas com Carlos Villar e Oriete Barros (ex-bailarina do Ballet do IV Centenário) e os convida para dar aulas em sua escola;
1965 Por indicação de Oriette Barros, inicia os estudos em dança moderna com a bailarina e coreógrafa húngara Maria Duschenes;
1966 Torna-se assistente de Maria Duschenes nas aulas para crianças;
1967 Com o grupo infantil da Escola de Ballet Janice Vieira, conquista o terceiro lugar no Festival de Ballet Infanto-Juvenil da TV Tupi, promovido pelo programa Reino da Garotada, de Canarinho;
1968 Em 8 de setembro, apresenta a coreografia Rios e Florestas, com música de Villa-Lobos, também em Reino da Garotada. Em 10 de novembro, volta ao programa com As Estátuas (música de Béla Bartók). Em 1º de dezembro, conquista o primeiro lugar no concurso, com a coreografia Estudo Sobre Ritmos Primitivos;
1969 Viaja a Salvador para pesquisar a movimentação da capoeira de Angola e do candomblé. Conhece Vicente Ferreira Pastinha, o Mestre Pastinha (1889-1981);
1970 Em fevereiro, apresenta na TV Excelsior, Canal 9, a coreografia Tristeza Versus Alegria Efêmera de um Carnaval, com participação do ator Paulo Betti, no programa Escolas em Festival – Brasil Novo. No mesmo mês, volta ao programa com as coreografias Ukriminakrinkin e Sorongo;
1971 Com apoio da Comissão Estadual de Cultura da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo do Estado de São Paulo, realiza apresentações com temas folclóricos pelo interior paulista. Muda o nome de sua escola para Studio de Dança Janice Vieira;
1972 Monta o Grupo de Dança Expressiva Folclórica, dando continuidade ao projeto apoiado pelo governo estadual. Nesse período, forma bailarinos como Regina Claro e Denilto Gomes (que passam a atuar nos trabalhos de Janice) e Ismenia Rogich (que segue carreira no Ballet Stagium);
1973 Casa-se com o bailarino Denilto Gomes (1953-1994), seu aluno e integrante do Grupo de Dança Expressiva Folclórica. Ao lado de Denilto, funda o Grupo Pró-Posição Ballet-Teatro;
1974 Com o Pró-Posição, apresenta a coreografia Antiga História de Uma Civilização Antiga Retratada Num Antigo Painel, no I Concurso Nacional de Coreografias MEC-Globo (Rio de Janeiro), ficando em terceiro lugar. No mesmo ano, participa ativamente dos programas Ciclorama, Dança e Ritmo e Ballet Concerto, da TV Cultura. A primeira gravação é Antiga História de Uma Civilização Antiga Retratada Num Antigo Painel. Em seguida, realiza coreografias sob encomenda da emissora, por meio de trilha sonora proposta. A obra musical Quadros de Uma Exposição, de Modest Mussorgsky (1839-1881), executada pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, é dançada pelo grupo sorocabano, tendo mais de 30 minutos de aparição na TV. Algumas semanas depois, é gravada a Sinfonia Fantástica, de
Hector Berlioz (1803-1869). No decorrer do ano, realizam-se diversas outras filmagens com o Grupo Pró-Posição e com alunos do Studio Janice Vieira;
1975 Viaja para os EUA com Denilto Gomes, para o American Dance Festival, no Connecticut College, em New London. No festival, participa de oficinas e performances e conhece, mais de perto, a obra de Robert Wilson e as técnicas de José Limón (1908-1972) e, graças a Lynn Levine, de Alwin Nikolais (1910-1993);
1976 Coreografa o espetáculo Boiação, dançado ao lado de Denilto Gomes, com cenário de Toshifumi Nakano (1949-2002), iluminação de Walter Rodrigues e colaboração de Moyses Miastkwoski. O espetáculo é apresentado em Sorocaba, em São Paulo (Teatro Galpão) e em Salvador (Concurso Nacional de Dança Contemporânea – Teatro Castro Alves). Por esse
trabalho, Denilto recebe o prêmio de bailarino-revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA);
1977 Cria Silêncio dos Pássaros, com Denilto Gomes, sob direção de Roberto Gill Camargo e cenografia de Gil de Mello (1930-2011);
1978 Apresenta Silêncio dos Pássaros no Teatro Galpão (São Paulo), Teatro Cacilda Becker (Rio de Janeiro), Teatro Municipal de Santos e Teatro Castro Alves (Salvador-BA). Coreografa para Denilto Gomes o solo Sacrário, que será prêmio de melhor solo no II Concurso Nacional de Dança Contemporânea da Bahia. Participa das danças corais de Lisa Ullmann (1907-1985) no Teatro Galpão;
1979 Para Denilto Gomes, coreografa Pranto por Ignacio Sánchez Mejías, solo inspirado no poema de Federico García Lorca (1898-1936). O espetáculo é apresentado no II Ciclo de Dança Contemporânea do Rio de Janeiro (Teatro do BNH) e na I Mostra de Dança Contemporânea do Teatro Brasileiro de Comédia (São Paulo). Coreografa Senhores das Sombras, de Naum Alves de Souza, com J.C. Violla. Em julho, nasce seu primeiro filho, Ramon Vieira, fruto do casamento com Denilto Gomes;
1980 Coreografa, dança e dirige Como Sói Acontecer para dez bailarinos do Grupo Pró-Posição, entre eles Maia Júnior (1958-2010), Marcos Moura, Regina Claro e Sandra Negretti. Com estreia no Teatro Procópio Ferreira, em Tatuí (SP), o espetáculo circula por São Paulo (Teatro Galpão), Sorocaba (Teatro Fantoche) e Rio de Janeiro (Teatro Theresa Raquel);
1981 Em parceria com Denilto Gomes, coreografa Beijo no Escuro, apresentado em Sorocaba;
1982 Coreografa o musical Lola Moreno, de Bráulio Pedroso (1931-1990), Geraldo Carneiro e John Neschling, sob direção de Ulysses Cruz, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul (SP). O espetáculo é apresentado no Theatro São Pedro (São Paulo). Coreografa e dança Ne Me Quitte Pas, ao lado de Denilto Gomes e bailarinos do Pró-Posição, em Sorocaba;
1983 Monta Pão Nosso e Rabigalos, em parceria com o diretor teatral e ator Carlos Roberto Mantovani (1950-2003), para os bailarinos do Pró-Posição. Pão Nosso estreia na primeira edição do Festival de Dança de Joinville. Nasce Andréia Nhur, filha do casamento com Roberto Gill Camargo;
1984 Encerra as atividades do Grupo Pró-Posição e muda-se para Bragança Paulista (SP). Trabalha ao lado de Roberto Gill Camargo no grupo de teatro da Universidade São Francisco (USF). Inicia os estudos na área de educação somática, por meio do método Antiginástica, de Thérè se Bertherat. Funda o grupo Desequilíbrio, com alunos e ex-alunos do curso de psicologia, em Itatiba (SP). Como atriz e coreógrafa, participa de Lixo Atômico (direção de
Roberto Gill Camargo), apresentado no Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa (PR);
1985 Atua e faz preparação corporal do espetáculo teatral Fio Terra, com direção e texto de Roberto Gill Camargo;
1986 No Festival Nacional de Teatro de Tatuí (SP), recebe prêmio de melhor coreografia pelo espetáculo Objeto de Sedução (direção de Roberto Gill Camargo);
1987 Cria A Paz, coreografia apresentada em Bragança Paulista e em São Paulo, acompanhando as palestras de Adolfo Pérez Esquivel, o Prêmio Nobel da Paz de 1980. Faz coreografia para o espetáculo teatral Fábula Ferida, apresentado em Sorocaba e na USF (Bragança Paulista);
1988 Coreografa e atua em Exercício de Guerra e Paz, ao lado de Ademir Feliziani e Maia Júnior, sob direção de Roberto Gill Camargo. A obra recebe os prêmios de melhor coreografia e melhor espetáculo no Festival Nacional de Teatro de Tatuí;
1992 Em Maceió, coreografa o espetáculo teatral Igreja Verde, de Sávio de Almeida, sob direção de Mauro Braga; pelo trabalho, recebe o prêmio de melhor coreografia no Festival Tropeiro de Teatro. Em Sorocaba, coreografa e dança em Por um Instante de Brilho, ao lado de Maia Júnior. Recebe Bolsa Vitae e desenvolve projeto de dança educativa junto a professores
e alunos da rede municipal de ensino de Sorocaba;
1995 Como atriz, coreógrafa e acordeonista, atua no espetáculo de teatro Café La Bomba, de Roberto Gill Camargo, apresentado no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo);
1997 Em Sorocaba, colabora com o processo de criação de Maria, da Cia. de Dança Terra Rasgada, de Ismenia Rogich;
1998 Coreografa Paixão Segundo São Mateus, para Andréia Nhur e Maia Júnior. O duo inaugura a Sala Denilto Gomes, na Fundação Cultural Cassiano Ricardo (São José dos Campos); a sala recebeu esse nome em homenagem póstuma ao bailarino, falecido em 1994. O trabalho é apresentado no Terças de Dança (Estúdio Nova Dança, São Paulo) e encerra o Festival Nacional Curta Dança (Sorocaba);
1999 Dirige, coreografa e executa a trilha sonora ao vivo de Miguilim, a Luz dos Olhos, inspirado na personagem de João Guimarães Rosa (1908-1967). Com a montagem, reúne músicos, bailarinos, antigos integrantes do Grupo Pró-Posição e os dois filhos, o músico Ramon Vieira e a bailarina Andréia Nhur. A montagem tem apoio da Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba;
2001 Concebe e executa a trilha sonora ao vivo de Shopstrot (direção de Roberto Gill Camargo), para o Grupo Katharsis Teatro, da Universidade de Sorocaba;
2003 Participa da série de depoimentos Memórias da Dança em São Paulo, realizada no Centro Cultural São Paulo, no âmbito do projeto Depoimentos – Idart 30 Anos;
2005 Como acordeonista e arranjadora, participa da gravação do CD infantil Tempo de Brincar;
2006 Ao lado de Andréia Nhur, colabora com o Coletivo KD (Projeto de Extensão em Dança da Universidade de Sorocaba). Colabora com o solo Buquê, de Andréia Nhur, apresentado no Festival da Fábrica (Porto, Portugal). Cria e executa trilha sonora ao vivo do espetáculo Aves, Ovos e Parafusos, do Katharsis, apresentado em festivais nacionais de teatro em Blumenau,
Rio das Ostras, Americana e Campinas e na mostra Folias Mostra Tudo (Galpão do Folias, São Paulo). Inicia a parceria com Andréia Nhur no projeto de continuidade do Grupo Pró-Posição;
2007 Atua como colaboradora no solo Swan – Corpo Adaptado, apoiado pelo ProAC-2006 e apresentado em Londrina, Curitiba, São Paulo e Sorocaba e no Festival Panorama de Dança (Rio de Janeiro). Em parceria com Andréia Nhur, inicia o projeto da Trilogia do Cisne;
2008 Coreografa e dança O Cisne, Minha Mãe e Eu, apresentado em São Paulo (mostra Teorema, Festival Contemporâneo de Dança e Mostra Primavera Dança);
2009 Ao lado de Andréia Nhur, coreografa e dança LinhaGens, terceira parte da trilogia. O trabalho tem apoio do ProAC-2008 e conta com preparação corporal de Regina Claro e colaboração artística de Helena Bastos. Apresenta-se na I Plataforma Estado da Dança (Teatro Itália, São Paulo), na II Mostra (In)dependente de Dança (Espaço Kasulo, São Paulo) e no 14º Festival Internacional de Dança do Recife;
2010 Com apoio do ProAC-2009, circula com o espetáculo LinhaGens por cidades do interior paulista e faz temporadas em São Paulo (Galeria Olido, Viga Espaço Cênico e Tucarena).
2009 - LinhaGens 2012 - Vis-à-Vis Também se apresenta em Joinville (Mostra Contemporânea), Uberlândia (Festival do Triângulo) e Campinas (Unicamp). Faz temporada como acordeonista e diretora musical de Astros, Patas e
Bananas, do Katharsis, no Tusp (Maria Antônia, São Paulo);
2011 Realiza curta temporada de LinhaGens nas Semanas da Dança – Públicos (CCSP). Faz temporada de Astros, Patas e Bananas no Teatro Commune (São Paulo), com apoio do ProAC-2010 (circulação de teatro) e Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro. Viaja para Paris para iniciar
o processo de criação de Vis-à-Vis, com coautoria de Andréia Nhur e colaboração artística de Isabelle Launay;
2012 Com apoio do ProAC-2011, realiza residência artística com Isabelle Launay em Sorocaba e estreia Vis-à-Vis na III Plataforma Estado da Dança (Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo). O espetáculo é apresentado em Campinas (Mostra Deguste Dugudum), São Bernardo do Campo,
Sorocaba (Sesc) e São Paulo (Projeto Interlocuções Poéticas – Funarte e Tucarena);
2013 Com apoio do ProAC-2012 de circulação, circula com Vis-à-Vis por São Paulo ( Conexões-Funarte, Semanas de Dança-CCSP, PUC-SP e Modos de Existir/Sesc Santo Amaro), Sorocaba (Sesi-Sorocaba) e Araraquara (Sesc Araraquara). Ministra oficina de dança contemporânea no Sesc Sorocaba. Participa do Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau, como
acordeonista e diretora musical de As Estrelas São Para Sempre? (Grupo Katharsis Teatro). Com esse mesmo espetáculo, abre a programação do Festival Internacional de Teatro de Namur (Bélgica).
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