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Sylvia

  • Categoria: Coreografias
  • País de origem: França
  • Cidade de origem: Paris
  • Ano de criação: 1876
  • Duração: 0 min.
  • Grupos de estreia: Ópera de Paris
  • Autores: Louis Mérante

Histórico

Peter Clegg, Margot Fonteyn, John Hart e Brian Shaw em Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet, 1952. Foto: Felix Fonteyn | Divulgação

Peter Clegg, Margot Fonteyn, John Hart e Brian Shaw em Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet, 1952. Foto: Felix Fonteyn | Divulgação

Céline Gittens em Sylvia, de David Bintley, Birmingham Royal Ballet. Foto: Dave Morgan | Divulgação

Céline Gittens em Sylvia, de David Bintley, Birmingham Royal Ballet. Foto: Dave Morgan | Divulgação

Sylvia, de Manuel Legris, Vienna State Ballet. Foto: Divulgação

Sylvia, de Manuel Legris, Vienna State Ballet. Foto: Divulgação

Elizabeth Miner e Pascal Molat em Sylvia, de Mark Morris, San Francisco Ballet. Foto: Erik Tomasson | Divulgação

Elizabeth Miner e Pascal Molat em Sylvia, de Mark Morris, San Francisco Ballet. Foto: Erik Tomasson | Divulgação

Marianela Nuñez em Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet. Foto: Alice Pennefather | Divulgação

Marianela Nuñez em Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet. Foto: Alice Pennefather | Divulgação

Mini Biografia do Coreógrafo

Louis Mérante (1826-1887) nasceu em Paris, na França. Estreou nos palcos bem jovem e foi aluno de Lucien Petipa. Foi bailarino da Ópera de Marselha e da Ópera de Paris, onde também foi maître de ballet. Como coreógrafo, algumas de suas obras foram Sylvia (1876), Le Fandango (1877), Yedda (1879), La Korrigane (1880) e Les deux pigeons (1886).

 

Principais remontagens

Depois de Louis Mérante (1826-1887), foram realizadas algumas remontagens de Sylvia (1876), sendo as mais importantes:

Lev Ivanov (1834-1901) e Pavel Gerdt (1844-1917), em 1901: Imperial Ballet
Frederick Ashton (1904-1988), em 1952: Royal Ballet, Mariinsky Ballet, American Ballet Theatre, Staatsballett Berlin
Lycette Darsonval (1912-1996), em 1971: Ópera de Paris, National Ballet of China
John Neumeier, em 1997: Ópera de Paris, Hamburg Ballet, Joffrey Ballet, Dutch National Ballet
Mark Morris, em 2004: San Francisco Ballet, Mark Morris Dance Group
David Bintley, em 2009: Birmingham Royal Ballet
Manuel Legris, em 2018: Vienna State Ballet, Teatro alla Scala
Stanton Welch, em 2019: Houston Ballet, The Australian Ballet
George Balanchine (1904-1983), em 1950: apenas o pas de deux para o New York City Ballet
Dentre essas remontagens, as de Lycette Darsonval (1912-1996), Manuel Legris e Mark Morris são baseadas no original de Louis Mérante (1826-1887), as demais foram completamente refeitas. Em compensação, todas seguem a mesma história e a mesma partitura musical.

Bibliografia

(Cássia Pires | Pesquisa SPCD)

Videografia

Em DVD

American Ballet Theatre at the Met – Mixed Bill, 1984
Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet, com Darcey Bussel e Roberto Bolle, BBC, 2005
Sylvia, de John Neumeier, Ópera de Paris, com Aurélie Dupont e Manuel Legris, Arthaus Musik, 2010
Sylvia, de Manuel Legris, Wiener Staatsballett, com Masayu Kimoto e Kiyoka Hashimoto, 2019
The Frederick Ashton Collection, vol.2, Royal Ballet, 2019

Na internet

Variação de Sylvia (Pizzicato), Sylvia, Maria Tallchief, 1951
<https://www.youtube.com/watch?v=ac3G6glRXzs>
Variação de Sylvia (Pizzicato), de Frederick Ashton, Sylvia, Darcey Bussell, 2005
<https://www.youtube.com/watch?v=We7KAkWJow8>
Trailer de Sylvia, de David Bintley, Birmingham Royal Ballet, 2009
<https://vimeo.com/3501487>
Trailer de Sylvia, de Frederick Ashton, Royal Ballet, 2010
<https://www.youtube.com/watch?v=CclxL_Jyvv8>
Trailer de Sylvia, de John Neumeier, Dutch National Ballet, 2011
<https://www.youtube.com/watch?v=S137kF8N57s>
Trailer de Sylvia, de Manuel Legris, Vienna State Ballet, 2018
<https://www.youtube.com/watch?v=tblIhwVjgAE>

Sinopse

Sylvia (1876) é um balé em três atos, com coreografia de Louis Mérante (1826-1887) e música de Léo Delibes (1809-1847). O libreto foi escrito por Jules Barbier (1825-1901) e Baron de Reinach (1840-1892) inspirado na peça Aminta (1573), de Torquato Tasso (1544-1595).
Aminta, um pastor simples, está apaixonado por Sylvia, uma ninfa caçadora e serva da deusa Diana. Em uma celebração de adoração a Eros, deus do amor, Sylvia aparece e dispara uma flecha contra ele. Aminta, que assistia à cena escondido, tenta proteger o deus do amor e é flechado. Em resposta, Eros atinge Sylvia, que é ferida. Orion, um caçador também apaixonado por Sylvia, assistiu à cena e comemora o estado de Aminta. Quando Sylvia retorna, ele a sequestra. Eros recupera Aminta e conta a ele sobre Orion.
Na Ilha de Orion, ele tenta seduzir Sylvia com joias e vinho, sem sucesso. Agora ela sofre por Aminta, acariciando a flecha que o atingiu no peito. Orion toma a flecha e Sylvia consegue embebedá-lo até ele ficar inconsciente, retoma a flecha e pede ajuda a Eros. Ele surge e mostra a Sylvia uma visão de Aminta esperando por ela. Ambos partem ao templo de Diana.
Aminta chega ao templo de Diana, onde acontece uma celebração, e em seguida chegam Sylvia e Eros. Orion aparece em busca de Sylvia. Ele e Aminta lutam um contra o outro, Sylvia se esconde no santuário de Diana e Orion a persegue. Ultrajada pelo atrevimento de Orion, Diana o golpeia violentamente; além disso, proíbe a união entre Sylvia e Aminta. O compassivo Eros mostra a Diana uma visão: o seu amor do passado, Endimião, que também era pastor. Diante disso, Diana consente a união, e Sylvia e Aminta se unem sob as bênçãos das divindades.

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