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Olhares
Depois de tanto aprender sobre a trajetria da dana na Europa, ensinar sobre seus prprios criadores uma tarefa apropriada para a SPCD, companhia oficial do Estado de So Paulo

Folha de S. Paulo
janeiro 2013 | Por Flavia Couto

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Agenda
Oficinas São Paulo
Duas oficinas de dança (Técnica de Balé Clássico e Repertório em Movimento) acontecerão na Sede da SPCD no dia 16/08 (sábado), a partir das 14h30. As aulas serão ministradas pelos professores ensaiadores Ilara Lopes e Milton Coatti. As atividades são gratuitas e as inscrições serão abertas em breve. (ESGOTADO)

Limeira
A SPCD fará atividades educativas e de formação de plateia em Limeira (SP) no próximo dia 01/09 (segunda-feira). Entre as ações, um Figuras da Dança Comentado – Penha de Souza, das 14h às 15h30, no Teatro Vitória; e uma Oficina de Dança – Técnica de Balé Clássico ministrada por Ilara Lopes, das 16h às 17h30, no Centro Cultural. Inscrições gratuitas e abertas em breve.

Itararé
A SPCD leva atividades educativas e de formação de plateia para Itararé (SP) no próximo dia 13/09 (sábado). Entre as ações, uma Oficina de Dança - Técnica de Balé Clássico e um Bate-papo com a SPCD, ministrado pela coordenadora de Educativo e Comunicação da Companhia, Marcela Benvegnu. Em breve, abriremos as inscrições.


Temporada 2014
PASSADO-FUTURO
Neste ano a SPCD apresenta obras que vão do clássico ao contemporâneo em séries marcadas pela diversidade e pelo ineditismo e contará com estreias e remontagens de grandes nomes do universo da dança, além de peças do repertório da Companhia.  
A ideia que organiza esta temporada é a tradição viva no corpo de hoje, um presente intenso impregnado de passado sugerindo um futuro. Fazer parte de uma tradição é ser capaz de renovar, cultivar e reinventar o passado no presente. É vivo tudo que nutre, que interessa, que tem sucessivas etapas de contestação e renovação do passado. Nesse ano, colocamos lado a lado obras de diferentes gêneros da dança clássica e obras contemporâneas, provocando um pouco o olhar para perceber o que é continuidade e o que é ruptura nessa grande trajetória da dança cênica ocidental.

Grand Pas de Deux de O Cisne Negro

Estrearemos La Sylphide (1836), um conto de fadas para todas as idades, marco do balé romântico no qual a dupla aparição feminina – sensual e etérea – simboliza a dualidade do corpo e do espírito; O Grand Pas de Deux de O Cisne Negro (1876), o clássico dos clássicos, um dos mais conhecidos balés do mundo, onde há variadas gamas de emoções e sentimentos humanos. O desafio para os intérpretes é técnico mas também de interpretação; Le Spectre de La Rose (1911), um clássico moderno, no qual vemos uma nova relação entre o homem e a mulher. Ela sonha com o perfume da rosa que recebeu na sua primeira festa, e ele dança encarnando o espírito da rosa. As três peças contam com coreografia do espanhol Mario Gallizzi a partir das obras originais de August Bournoville, de Marius Petipa e de Michel Fokine, respectivamente;  Workwithinwork (1998), de William Forsythe, um dos maiores nomes da dança contemporânea, é um trabalho no qual as diversas entradas e saídas de cena criam um fluxo de movimento e novas configurações e revelando distintas possibilidades do traço do gesto no espaço.



Aqui vemos a gramática da dança clássica como base de questões contemporâneas, refletidas na obra pelo uso do espaço, do corpo, na composição das cenas, no tempo e nas dinâmicas dos movimentos. A música, duo de violino, vol. 1 (1979-83) de Luciano Berio, traz tons, vozes e impulsos para os movimentos; Édouard Lock, coreógrafo e diretor do grupo canadense Lalala Human Steps fará uma criação para a São Paulo, com música original de Gavin Bryars - uma releitura das 4 estações de Vivaldi, para um quinteto de cordas. Lock esculpe cada movimento no corpo do bailarino de acordo com sua personalidade. Para ele a técnica clássica enfatiza uma compreensão do corpo como uma construção estrutural. Uma geometria biológica expressa através de um conjunto de linhas idealizadas e, até certo ponto, tradicionais.



A técnica do balé continua sendo uma ferramenta poderosa para abordar temas contemporâneos e para expor os conflitos inerentes à nossa percepção evolutiva do corpo. Os jovens coreógrafos Rafael Gomes e Cassilene Abranches estreiam suas criações no Ateliê de Coreógrafos Brasileiros 2014. Gomes é bailarino da São Paulo Companhia de Dança e nos últimos dois anos tem proposto investigações coreográficas para o elenco da São Paulo. Cassilene foi bailarina do Grupo Corpo, de Belo Horizonte, por mais de dez anos e coreografa desde 2009. Em cada obra podemos ver em grande medida as relações sociais e as ideias de uma época.


 
A temporada se completa com as obras que fazem parte do repertório da São Paulo: criações dos brasileiros Rodrigo Pederneiras, Ana Vitória e Jomar Mesquita, do alemão Marco Goecke e do italiano Giovanni di Palma, além de remontagens de grandes nomes da dança como Jirí Kylián, Nacho Duato, William Forsythe e Eric Gauthier.
 
Vistas lado a lado, as coreografias revelam caminhos formais, afetivos e simbólicos, que tornam a ambigüidade dos gestos ainda mais evidentes e revelam traços da dança cênica em diferentes tempos.

Inês Bogéa
Diretora artística da SPCD
 
 
Blog da SPCD
Na Europa | SPCD em Colonia
E depois de se apresentar no tradicional festival de dança Tanzsommer Innsbruck, a SPCD desembarcou em Colônia, na Alemanha, para dois espetáculos no Oper Köln. Na quarta turnê pela Europa, a Companhia traz uma lembrança especial da Alemanha, onde já se apresentou em seis diferentes cidades. Ano passado, a SPCD estreou na cidade de Wolfsburg a obra Peekaboo, criação especial do coreógrafo alemão Marco Goecke para a Companhia. De volta ao país e pela primeira vez na cidade de Colônia, a SPCD traz Peekaboo em seu repertório, que também conta com In The Middle, Somewhat Elevated, de William Forsythe e Gnawa, do espanhol Nacho Duato. Clique aqui e leia a matéria na íntegra.
Cena de workwithinwork, de William Forsythe | Foto Clarissa Lambert

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | TEATRO ALFA

A São Paulo Companhia de Dança volta a se apresentar na Temporada de Dança do Teatro Alfa, em São Paulo, de 21 a 24 de agosto. Os destaques do repertório são as estreias das obras workwithinwork, de Willian Forsythe; e Le Spectre de La Rose, de Mario Galizzi, a partir de da obra de Michel Fokine (1880-1942).

Le Spectre de La Rose é um clássico moderno, no qual vemos uma nova relação entre o homem e a mulher. Ela sonha com o perfume da rosa que recebeu na sua primeira festa, e ele dança encarnando o espírito da rosa.

Já em Workwithinwork o público terá a oportunidade de conferir uma obra de um dos maiores nomes da dança contemporânea, no qual as diversas entradas e saídas de cena criam um fluxo de movimento e novas configurações, revelando distintas possibilidades do traço do gesto no espaço. Esta é a segunda coreografia criada por Forsythe que a SPCD apresenta, em 2012, a Companhia estreou In The Middle, Somewhat Elevated, obra, até então, inédita na América Latina.
 
Também será apresentada Petite Mort, de Jirí Kylián, que tem como tema principal o prazer e a duração desse momento, no qual somos lembrados de que a vida é relativamente curta. a obra utiliza dois concertos do compositor Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791).
 
SERVIÇO:
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | TEMPORADA DE DANÇA DO TEATRO ALFA
(workwithinwork, de William Forsythe (ESTREIA); L'Spectre de La Rose, de Mário Galizzi a partir da obra de Michel Fokine (1880-1942) (ESTREIA); e Petite Mort, de Jirí Kylián)

De 21 a 24 de agosto | quinta-feira, às 21h; sexta-feira, às 21h30; sábado, às 20h; e domingo, às 18h
Local: Teatro Alfa
Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 - Santo Amaro - São Paulo (SP)
Ingressos à venda no site da Ingresso Rápido (http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=34080); ou na bilheteria do Teatro Alfa, aberta de seg. a sáb. das 11h às 19h, e domingos e feriados, das 12h às 20h.
Informações sobre compra de ingressos:
Call Center Ingresso Rápido: (11) 4003-1212  
Bilheteria do Teatro Alfa: (11) 5693-4000 e 0300 789-3377


 
 Emmanuel Vazquez e Luiza Lopes em La Sylphide, de Mário Galizzi | Foto Wilian Aguiar

SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | INDAIATUBA (SP)

A São Paulo Companhia de Dança – sob direção de Inês Bogéa - apresenta o Grand Pas de Deux de O Cisne Negro, de Marius Petipa; e o 2º ato de La Sylphide, a partir do original de August Bournonville, ambos remontados por Mário Galizzi. Mamihlapinatapai, de Jomar Mesquita, com colaboração de Rodrigo de Castro, completa o repertório da apresentação em Indaiatuba (SP), num palco montado a céu aberto no próximo dia 06/09 (sábado), às 20h, no Parque Ecológico.

Além do espetáculo, a SPCD fará duas Oficinas de Dança - Técnica de Balé Clássico e Repertório em Movimento no Centro de Convenções Aydil Bonachella (Rua das Primaveras, 210 - Jardim Pompeia). Na Oficina de Balé Clássico os participantes conhecem de perto as técnica de balé utilizada em uma companhia profissional. Já na Oficina de Repertório em Movimento, os participantes aprendem trechos de coreografias dançadas pela São Paulo Companhia de Dança. Informações no email educativo@spcd.com.br. 

 
Rua Três Rios 363 | 1º andar| Bom Retiro
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Tel: +55 11 3224-1380

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