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Olhares
Coreografias assinadas pelos mais renomados artistas da dana jamais esto acessveis a companhias de calibre duvidoso. So territrios onde os fracos no tm vez. Portanto, a autorizao para montar uma obra de Balanchine ou Jir Kylin, significa mais que o selo de qualidade que os patrimnios artsticos j possuem. Tambm sinaliza o quilate de quem se propem a ombrear com eles. com todo esse aval que a So Paulo Companhia de Dana volta a Belo Horizonte

Hoje em Dia
julho 2012 | Miguel Anunciao

Visualizar outros depoimentos  

 
Pas de deux: do lado de lá
A dança do Brasil perdeu dois de seus grandes artistas no mês de setembro. No dia 17, Aldo Lotufo (1925-2014), e no dia 18, Suzana Braga (1949-2014), ambos no Rio de Janeiro.

Lotufo nasceu em Cuiabá e chegou ao Rio de Janeiro para estudar arquitetura, em 1944, mas foi no balé da Juventude que descobriu qual seria a sua verdadeira profissão: bailarino. Integrou o corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, foi promovido a primeiro solista em 1954, e posteriormente primeiro bailarino. Depois de aposentado passou a ser professor. Você pode conferir um verbete sobre sua história no Dança em Rede, a enciclopédia de dança online da SPCD e também aguardar o depoimento da bailarina Eliana Caminada, uma de suas partners, no documentário da série Figuras da Dança de 2014.


Também carioca de coração, a gaúcha Suzana Braga deixou um importante legado para a dança do país. Bailarina do Theatro Municipal do Rio Janeiro, passou para o outro lado da cena como diretora do Balé do Teatro Guaíra, em Curitiba (1999-2003) e como coordenadora artística do Balé Contemporâneo do Rio de Janeiro. Também ficou conhecida como autora de diversos livros: Tatiana Leskova - Uma Bailarina Solta no Mundo (Ed. Globo), Ana Botafogo – Na Magia do Palco (Ed. Nova Fronteira) e Palco da Sagração – O Maior Festival de Dança do Mundo (Ed. Letradágua) e outros. Ainda na série Figuras da Dança de 2014, o coreógrafo e diretor Jair Moraes, revela sua forte parceria de trabalho com Suzana, um dos grandes nomes da crítica de dança do Brasil nas décadas de 1980/90.

Este ano, ao lado de Eliana Caminada e Jair Moraes, a série Figuras da Dança revela as trajetórias de Paulo Pederneiras e Mara Borba. Os documentários vão ao ar no mês de outubro.


Agenda

São Vicente
A SPCD realiza duas atividades educativas em São Vicente, no dia 11/10 (sábado), no Oficinas Culturais Oswaldo Névola Filho. A programação inicia-se às 14h30, com o Bate Papo com a SPCD e a exibição do documentário Canteiro de Obras 2013, mediado por Marcela Benvegnu, oordenadora de Educativo e Comunicação da Companhia. As atividades educativas seguem com uma Oficina de Dança – Técnica de Balé Clássico, ministrada por Ricardo Tomaselli, às 16h30, no mesmo local.

Temporada 2014
PASSADO-FUTURO
Neste ano a SPCD apresenta obras que vão do clássico ao contemporâneo em séries marcadas pela diversidade e pelo ineditismo e contará com estreias e remontagens de grandes nomes do universo da dança, além de peças do repertório da Companhia.  
A ideia que organiza esta temporada é a tradição viva no corpo de hoje, um presente intenso impregnado de passado sugerindo um futuro. Fazer parte de uma tradição é ser capaz de renovar, cultivar e reinventar o passado no presente. É vivo tudo que nutre, que interessa, que tem sucessivas etapas de contestação e renovação do passado. Nesse ano, colocamos lado a lado obras de diferentes gêneros da dança clássica e obras contemporâneas, provocando um pouco o olhar para perceber o que é continuidade e o que é ruptura nessa grande trajetória da dança cênica ocidental.

Grand Pas de Deux de O Cisne Negro

Estrearemos La Sylphide (1836), um conto de fadas para todas as idades, marco do balé romântico no qual a dupla aparição feminina – sensual e etérea – simboliza a dualidade do corpo e do espírito; O Grand Pas de Deux de O Cisne Negro (1876), o clássico dos clássicos, um dos mais conhecidos balés do mundo, onde há variadas gamas de emoções e sentimentos humanos. O desafio para os intérpretes é técnico mas também de interpretação; Le Spectre de La Rose (1911), um clássico moderno, no qual vemos uma nova relação entre o homem e a mulher. Ela sonha com o perfume da rosa que recebeu na sua primeira festa, e ele dança encarnando o espírito da rosa. As três peças contam com coreografia do espanhol Mario Gallizzi a partir das obras originais de August Bournoville, de Marius Petipa e de Michel Fokine, respectivamente;  Workwithinwork (1998), de William Forsythe, um dos maiores nomes da dança contemporânea, é um trabalho no qual as diversas entradas e saídas de cena criam um fluxo de movimento e novas configurações e revelando distintas possibilidades do traço do gesto no espaço.



Aqui vemos a gramática da dança clássica como base de questões contemporâneas, refletidas na obra pelo uso do espaço, do corpo, na composição das cenas, no tempo e nas dinâmicas dos movimentos. A música, duo de violino, vol. 1 (1979-83) de Luciano Berio, traz tons, vozes e impulsos para os movimentos; Édouard Lock, coreógrafo e diretor do grupo canadense Lalala Human Steps fará uma criação para a São Paulo, com música original de Gavin Bryars - uma releitura das 4 estações de Vivaldi, para um quinteto de cordas. Lock esculpe cada movimento no corpo do bailarino de acordo com sua personalidade. Para ele a técnica clássica enfatiza uma compreensão do corpo como uma construção estrutural. Uma geometria biológica expressa através de um conjunto de linhas idealizadas e, até certo ponto, tradicionais.



A técnica do balé continua sendo uma ferramenta poderosa para abordar temas contemporâneos e para expor os conflitos inerentes à nossa percepção evolutiva do corpo. Os jovens coreógrafos Rafael Gomes e Cassilene Abranches estreiam suas criações no Ateliê de Coreógrafos Brasileiros 2014. Gomes é bailarino da São Paulo Companhia de Dança e nos últimos dois anos tem proposto investigações coreográficas para o elenco da São Paulo. Cassilene foi bailarina do Grupo Corpo, de Belo Horizonte, por mais de dez anos e coreografa desde 2009. Em cada obra podemos ver em grande medida as relações sociais e as ideias de uma época.


 
A temporada se completa com as obras que fazem parte do repertório da São Paulo: criações dos brasileiros Rodrigo Pederneiras, Ana Vitória e Jomar Mesquita, do alemão Marco Goecke e do italiano Giovanni di Palma, além de remontagens de grandes nomes da dança como Jirí Kylián, Nacho Duato, William Forsythe e Eric Gauthier.
 
Vistas lado a lado, as coreografias revelam caminhos formais, afetivos e simbólicos, que tornam a ambigüidade dos gestos ainda mais evidentes e revelam traços da dança cênica em diferentes tempos.

Inês Bogéa
Diretora artística da SPCD
 
 
Blog da SPCD
Na Europa | SPCD em Colonia
E depois de se apresentar no tradicional festival de dança Tanzsommer Innsbruck, a SPCD desembarcou em Colônia, na Alemanha, para dois espetáculos no Oper Köln. Na quarta turnê pela Europa, a Companhia traz uma lembrança especial da Alemanha, onde já se apresentou em seis diferentes cidades. Ano passado, a SPCD estreou na cidade de Wolfsburg a obra Peekaboo, criação especial do coreógrafo alemão Marco Goecke para a Companhia. De volta ao país e pela primeira vez na cidade de Colônia, a SPCD traz Peekaboo em seu repertório, que também conta com In The Middle, Somewhat Elevated, de William Forsythe e Gnawa, do espanhol Nacho Duato. Clique aqui e leia a matéria na íntegra.
 

Morgana Cappellari e Lúcio Kalbusch em Grand Pas de Deux de o Cisne Negro, de Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa | Foto Rogério Alves


SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | PRESIDENTE PRUDENTE (SP)
 
A São Paulo Companhia de Dança (SPCD), sob direção de Inês Bogéa, retorna ao município de Presidente Prudente, interior de São Paulo, para participar da 18ª edição do Enac (Encontro das Artes do Corpo), no dia 4 de outubro (sábado), às 20h, no Centro Cultural Matarazzo (Rua Quintino Bocaiúva, 749 – Vila Marcondes). Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes dos espetáculos. Além da apresentação noturna, a Companhia realiza uma Oficina de Dança

Na ocasião, o público poderá conferir o Grand Pas de Deux de o Cisne Negro, de Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa; e Pas de Deux de Bachiana n° 1, de Rodrigo Pederneiras.

Ainda no dia 4 (sábado) acontece a Oficina de Dança Técnica de Balé Clássico, das 11h30 às 13h, também no Centro Cultural Matarazzo. A oficina será ministrada pelo professor ensaiador da SPCD, Milton Coatti, que ensinará aos alunos técnicas de balé clássico utilizadas em uma companhia profissional. 

SERVIÇO:
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | PRESIDENTE PRUDENTE
(Grand Pas de Deux de o Cisne Negro, de Mario Galizzi a partir do original de 1895 de Marius Petipa; e Pas de Deux de Bachiana n° 1, de Rodrigo Pederneiras.)
Dia 4 de outubro| sábado, às 20h
Centro Cultural Matarazzo – Teatro Paulo Roberto Lisboa
Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, 749 – Vila Marcondes
Telefone: (18) 3226-3399
Ingressos gratuitos distribuídos 1h antes do espetáculo

 
 
 
Luiza Lopes e Daniel Reca em The Seasons, de Édouard Lock | Foto Édouard Lock
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP)
 
São Paulo Companhia de Dança, sob a direção de Inês Bogéa, retorna ao município de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, para mais uma temporada de espetáculos. As apresentações acontecem nos dias 10 e 11 de outubro, respectivamente, sexta-feira e sábado, às 20h, no Teatro Municipal "Humberto Sinibaldi Neto" (Av. Brigadeiro Faria Lima, 5381, Chácara Municipal). Os ingressos são gratuitos e serão distribuídos uma hora antes dos espetáculos. Além dessas apresentações, a Companhia realiza um Espetáculo Aberto para Estudantes.

Na ocasião, o público poderá conferir as obras Petite Mort, de Jirí Kylián; e The Seasons, de Édouard Lock, criada especialmente para a SPCD. É a segunda vez que a Companhia apresenta esta coreografia, que estreou em abril, em Campinas (SP).

Soma-se as apresentações noturnas, o Espetáculo Aberto Para Estudantes e Terceira Idade, que acontece no dia 10 de outubro (sexta-feira), às 15h, também no Teatro Municipal "Humberto Sinibaldi Neto"

SERVIÇO:
SÃO PAULO COMPANHIA DE DANÇA | SJRP
(Petite Mort, de Jirí Kylián; e The Seasons, de Édouard Lock)
Dias 10 e 11 de outubro | sexta-feira e sábado, às 20h
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 5381 - Chácara Municipal
Telefone: (17) 3226-1501 | 3226-2626
Ingressos gratuitos distribuídos 1h antes dos espetáculos
 
Rua Três Rios 363 | 1º andar| Bom Retiro
São Paulo | SP | CEP 01123-001
Tel: +55 11 3224-1380

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