Dança em Rede

Balé do Teatro Guaíra

  • Ano de criação: 1969
  • Responsável: Pedro Pires
  • Responsável cargo: Diretor
  • Telefone: 41 3304-7900
  • Endereco: Rua XV de Novembro, 971
  • Bairro: Centro
  • E-mail: rmorozovski@palcoparana.pr.gov.br

Histórico

 

Balé do Teatro Guaíra | Foto: Maringas Maciel

             

HISTÓRIA

  O Balé Teatro Guaíra foi criado em 1969 pelo Governo do Estado do Paraná. É a terceira companhia de dança mais antiga do Brasil. Em 50 anos de história, foram dançadas mais de 150 coreografias, incluindo grandes sucessos de público e crítica como O Grande Circo Místico, Segundo Sopro e O Lago dos Cisnes. Teve como primeiros diretores Ceme Jambay e Yara de Cunto, dançando nos primeiros anos obras como Concerto Abstrato e Grand Pas Classique. Nos anos 70, a companhia é dirigida por nomes como Yurek Shablewski, Hugo Delavalle e Eric Waldo.  Shablewski, coreógrafo de renome internacional, traz para o BTG clássicos como O Mandarim Maravilhoso e O Lagos dos Cisnes. Já Delavalle propôs Giselle, que trouxe reconhecimento nacional para o grupo, que fez uma bem-sucedida temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, tendo Ana Botafogo no papel título. Os anos 80 são um divisor de águas na história do BTG, com direção de Carlos Trincheiras desde 1979. O Balé Teatro Guaíra passaria a ser reconhecido mundialmente após O Grande Circo Místico, com coreografia de Carlos Trincheiras e composição musical de Edu Lobo e Chico Buarque para o balé paranaense. Foram 200 apresentações para 200 mil pessoas. Em 2002, há uma nova montagem, dessa vez com coreografia de Luis Arrieta. Coreógrafos internacionais são convidados para criar obras para a companhia: Jonh Butller, Milko Sparembleck, Vasco Wellemkemp, Olga Roriz, e Maurice Bejárt. Nos anos 90 e 2000, Izabel Santa Rosa, Jair Moraes, Marta Nejm, Christina Purri, Suzana Braga, Carla Reinecke e Andrea Sério passam pela direção do BTG. Em 1999, O Segundo Sopro se torna outro grande sucesso do BTG. O “balé das águas”, como era conhecido, foi a primeira coreografia no Brasil que tinha chuva no palco. Em 2002, uma nova versão de “O Grande Circo Místico” consagra o BTG como uma das melhores companhias de dança do Brasil. A partir de 2008, a companhia inicia uma longa parceria com o coreógrafo Luiz Fernando Bongiovanni, que traz releituras contemporâneas de obras como Romeu e Julieta (2008) e Carmen (2016). Entre 2012 e 2018, foi dirigido por Cintia Napoli e teve em seu repertório releituras contemporâneas de clássicos como A Sagração da Primavera (2012), de Olga Roriz. Em 2014, há a montagem de Cinderela, de Gustavo Ramirez Sansano. Em 2017, por motivos administrativos, a companhia foi totalmente desfeita e depois de 5 meses retornou às atividades com todo o elenco reformulado. Nesse mesmo ano, o BTG realiza uma grande turnê internacional pela Alemanha. A temporada de 2018 teve a apresentação de O Lago dos Cisnes, um dos maiores sucessos da história do Balé Teatro Guaíra. Em 2019, a companhia celebrou 50 anos com uma grande mostra de repertório que trouxe as montagens de A Sagração da Primavera, Carmen, O Segundo Sopro e trechos de O Grande Circo Místico.

Trabalhos

– 1983: “O Grande Circo Místico”, de
– 1999: “O Segundo Sopro”, de Roseli Rodrigues
– 2012: “A Sagração da Primavera”, de Olga Roriz
– 2016: “Carmen”, de Luiz Fernando Bongiovanni
– 2019: “O Lago dos Cisnes”, Luiz Fernando Bongiovanni

 

 

Matheus Queiroz | Pesquisa SPCD

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