Destaques na Mídia

  • Crítica 25º festival de dança do triângulo: refinamento de gosto e repertórios

    Carlos Santos , Portal Uberlândia/ Uberlândia-MG
    novembro, 2016

    Coube a São Paulo Companhia de Dança fazer em grande estilo o encerramento da 25° edição do Festival do Triângulo, na terça-feira à noite. […]
    A possiblidade de assistir a espetáculos como o da noite de encerramento fortalece a diversificação de repertórios para o público de dança de Uberlândia, amplia olhares dos criadores de dança locais, propondo novos patamares para as criações coreográficas no sentido da qualificação e refinamento do processo criativo.
    É significativa, também, a determinação da São Paulo Companhia de Dança em produzir remontagens de obras fundamentais da história da dança. Assim, oferece ao público e à cena brasileira um leque de opções artísticas que revisitam montagens já estabelecidas e ao mesmo tempo, dá a oportunidade a novos coreógrafos brasileiros para exercitar suas ideias, pensamentos e conceitos artísticos, trazendo ainda à cena brasileira importantes criadores internacionais.


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  • A beleza do clássico

    Celia Musilli , Folha de Londrina/ Brasil
    outubro, 2016

    […] O último espetáculo da noite – o grande pas de deux de O Corsário – trouxe à cidade bailarinos da São Paulo Companhia de Dança: Thamiris Prata e Yoshi Suzuki, dirigidos por Inês Bogéa. […] [Suzuki] foi vibrante e com técnica exímia. Com a sua presença arrebatou o público e também foi várias vezes aplaudido em cena aberta. Thamiris Prata fez com ele um belo pas de deux, ela é do tipo sorridente, graciosa em seu virtuosismo, e compôs com Suzuki um dos momentos mais bonitos desta edição do Festival de Dança [de Londrina] […]


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  • São Paulo Companhia de Dança encerra turnê por quatro países, em Nova York

    Juliana Ravelli , O Estado de São Paulo/ São Paulo-SP
    maio, 2016

    […] Habituado em assumir a arte em público, nova-iorquino é exigente. Mas o que se viu na estreia foi uma plateia receptiva e animada, que lotou os 472 lugares do teatro. E ali, longe do Brasil, percebemos que os artistas brasileiros têm sim, carisma e um jeito singular de se movimentar. A crítica internacional ressaltou ainda o fato de a companhia ser jovem (criada em 2008), além da versatilidade, qualidade técnica e sensualidade natural dos brasileiros. […]


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  • The Seasons/ Gnawa

    Da redação , Mairie Du 8/ Lyon
    abril, 2016

    Em sua primeira vez em Lyon, a brasileira São Paulo Companhia de Dança devora o palco com um programa charmoso e fascinante.
    A prestigiosa São Paulo Companhia de Dança tem um repertório rico de obras de grandes personalidades do mundo da dança, algumas delas criadas especialmente para a companhia. Em sua primeira apresentação em Lyon os bailarinos interrogam sublimemente a história e os códigos da dança clássica em seu programa. […] Em ambas as coreografias, os bailarinos mostram qualidades técnicas impressionantes a serviço de uma real sensibilidade artística.


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  • Brasil em movimento

    Evelyn Klöti , Der Landbote/ Suíça
    abril, 2016

    Brasil está em movimento – e como! A prova é a São Paulo Companhia de Dança e seu desempenho durante o Steps Festival no teatro de Winterthur.
    A colorida noite brasileira termina com Gnawa (2005), obra de destaque do espanhol Nacho Duato, sob fortes aplausos. […] Transe sob controle para os 14 bailarinos apresentarem virtuosismo na dança contemporânea com uma imensa e indispensável técnica clássica, imersos em luz de velas.


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  • Um milímetro de feitiço

    Florence Luy , La Gruyère/ Suíça
    abril, 2016

    […] Pela primeira vez na Suíça para participar do Festival de Dança Steps, a São Paulo Companhia de Dança deixará, sem dúvida alguma, uma memória que ficará por muito tempo na cabeça daqueles que viram seu espetáculo.
    Fundada em 2008, já está entre as grandes companhias de dança da América Latina, com um alto nível de reconhecimento mundial.
    […] Os bailarinos da São Paulo Companhia de Dança provam que conseguem fazer um espetáculo que é um estouro […]


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  • A eletricidade da dança brasileira

    David S. Tran , Le Progres/ França
    abril, 2016

    […] Os intérpretes são, de fato, formidáveis passado de uma forte técnica clássica e uma forma de transe oriental [na dança] […]


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  • Seasons e Gnawa, duas obras excepcionais dançadas pela São Paulo Companhia de Dança, encantam a Maison de la Danse em Lyon

    Odile Morain , Culture Box/ França
    abril, 2016

    […] A São Paulo Companhia de Dança simboliza a força e a sensualidade do Brasil e as transmite de forma deslumbrante e maravilhosa. Ao final do espetáculo, o público aplaudiu de pé os bailarinos brasileiros.
    Desde sua criação em 2008, a São Paulo Companhia de Dança é magistralmente dirigida pela bailarina, roteirista e documentarista, Inês Bogéa. Em menos de uma década, produziu cerca de 40 obras, incluindo 20 criações originais. A diversidade de seu repertório combinada com o virtuosismo de seus bailarinos contribui para o sucesso da companhia.


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  • Três excelentes coreografias contemporâneas para a São Paulo Companhia de Dança

    Sophie Jama , Le Huffington Post/ Canadá
    abril, 2016

    […] Pela primeira vez em Montreal, a Companhia de Dança de São Paulo, dirigida por Inês Bogéa, oferece por três noites apenas um programa triplo de altíssima qualidade. A companhia criada há oito anos prova o quanto a formação clássica, com tudo o que inclui os picos, beneficia o virtuosismo exigido nas obras contemporâneas de grandes coreógrafos.


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  • São Paulo Companhia de Dança: Bailarinos extremamente fortes fazem justiça a todos os coreógrafos!

    Alvina Ruprecht , Capital Critics Circle/ Canadá
    abril, 2016

    Uma bela noite que deu aos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança a chance de nos mostrar a excelência de seu trabalho. Foi uma bela descoberta. Eles estarão de volta? Esperemos.


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  • Danse Danse traz os brasileiros (e o retorno de Éduard Lock)

    Rebecca Galloway , Back Track/ Canadá
    abril, 2016

    […] Montreal foi a parada final de uma turnê mundial que levou a jovem companhia brasileira para a Europa.
    […] Os bailarinos foram adoráveis – grande técnica, corpos lindos, totalmente comprometidos. […] A terceira e última parte foi, para mim, o destaque da noite, em que vemos surgir os verdadeiros poderes desta companhia ágil e dinâmica. Gnawa, de Nacho Duato, estava impecável, um grande meio para mostrar a extensão e a força dos bailarinos, e uma alegria de assistir do início ao fim. Gnawa utiliza os quatro elementos básicos – água, terra, fogo e ar – para descompactar a relação entre os seres humanos e o universo. A iluminação era quente, a parceria fresca e a ovação final? Impagável!


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  • V Gala Internacional de Ballet de Buenos Aires, Magnificência e Humor

    Patricia Casañas , MW Martin Wullich/ Argentina
    agosto, 2015

    […] Encerrou a excelente São Paulo Companhia de Dança, com uma obra jovial de Jíri Kylián: Sechs Tanze, música de Mozart e incrível atuação de nove bailarinos de perucas empoeiradas e crinolinas que, entre bolhas de sabão, finalizaram esta magnífica e esperada V Gala Internacional de Ballet de Buenos Aires.


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  • São Paulo Cia. de Dança – Indigo Rose/ Petite Mort/ Sechs Tänze

    Carolina Giovanelli , Veja/ São Paulo-SP
    junho, 2015

    Pelo oitavo ano, a São Paulo Companhia de Dança promove sua temporada no Teatro Sérgio Cardoso. A seleção de montagens costuma ganhar o público pela qualidade e pela mistura de dança contemporânea e clássica.


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  • Museu Dançante

    Laura Ming , Veja/ São Paulo-SP
    junho, 2015

    A proposta desta exposição que levou a São Paulo Companhia de Dança para dentro do MAM chama atenção pela originalidade. Saltos e piruetas são apresentados entre obras de arte – elas funcionam como cenário – e convidam os visitantes a interagir. Quando os artistas saem da cena, dá para flagrar pessoas dançando aleatoriamente maravilhadas com a encantadora experiência.


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  • Integração entre bailarinos e obras de arte na exposição Museu Dançante humaniza espaço museológico

    Paula Azulgaray , Revista IstoÉ/ São Paulo - SP
    abril, 2015

    Se fosse um corpo humano, a exposição Museu Dançante teria dois pulmões. Eles seriam a Bolha Vermelha (1968), de Marcelo Nitsche, e Templo (2000), de Franklin Cassaro, ambas obras infláveis, que se apresentam ora plenas de ar, ora esvaziadas. […] Mas a força vital do Museu Dançante está no corpo de baile da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), que interage com cada uma dessas obras em duas coreografias especialmente compostas para o projeto.
    Com curadoria de Felipe Chaimovich e Inês Bogéa, diretora da SPCD, o projeto coloca em diálogo as obras do acervo do MAM e os bailarinos da companhia. […]
    Estáticas ou cinéticas, as obras são sempre disparadoras do movimento dos visitantes – sejam eles bailarinos profissionais ou amadores. […] Este jogo de interações faz de Museu Dançante um experimento novo e corajoso […]


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  • Água, cores, luz e atmosferas cintilantes

    Jan Sting , Leverkusen er Anzeiger/ Alemanha
    abril, 2015

    O mais aclamado grupo de dança do Brasil, a São Paulo Companhia de Dança, entusiasmou o Forum Leverkusen. Foram coreografias brilhantes que a Companhia apresentou à plateia entusiasmada de todas as idades – havia também público profissional no grande salão. Afinal, a Bayer Kultur havia convidado a mais renomada Companhia Brasileira Contemporânea, que existe há apenas 7 anos.


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  • Um grupo de dança de alta musicalidade

    H.D Terschüren , Bonner Rundschau/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Foi uma sinfonia do corpo a apresentação da São Paulo Companhia de Dança no palco da Ópera de Bonn. O grupo é inspirado e dotado de uma grande musicalidade. Se engana quem subestima a companhia de São Paulo pelo seu pouco tempo de existência, pensando que por isso lhe faltaria internacionalidade. Ao contrário, sua conexão direta com a dança mundial é inclusive um de seus maiores trunfos.


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  • Do jogo de esconde ao ritual de transe

    Monika Klein , Rheinische Post/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Três peças de dança mostraram três facetas bem diferentes de um requintado e ainda jovem grupo de dança. A São Paulo Companhia de Dança, fundada em 2008, foi a convidada da Cultura Baviera nesta semana, sendo aclamada entusiasticamente pela plateia na sala do foro, inteiramente lotada. No entanto, a peça final, seguida de prolongado aplauso, foi, em comparação com a primeira parte, a que apresentou coreografias mais atuais (…) Nesta nova apresentação da coreografia In the Middle, Sommewhat Elevated de William Forsythe do ano de 1987, fascinou, acima de tudo, o impecável emprego da técnica dos nove dançarinos envolvidos. (…) Depois deste impulso de energia, seguiu a coreografia suave e fluida de Gnawa, de Nacho Duato, que expôs o lado gracioso da companhia brasileira que, aliás, chegou rapidamente até o topo do cenário de dança latino-americano. […]


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  • Feliz Leverkusen

    Günter Pick , Tanznetz/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Desta série foi vista a Companhia de Dança de São Paulo, que poderia também ser chamada de NDT brasileira. Não só porque todos os coreógrafos do programa também trabalharam para a NDT, mas porque os dançarinos dançam no mesmo nível elevado. Billy Forsythe não escreveu a sua obra prima In the Middle, Somewhat Elevated, que a Companhia mostrou durante a sua apresentação, nem para o seu grupo de dança de Frankfurt, nem para a NDT, mas para os artistas do balé da Ópera de Paris. No entanto, São Paulo não tem do que se envergonhar e se houvesse um campeonato de grupos de dançarinos (Deus nos livre de algo desse tipo), eles poderiam ocupar seu lugar no pódio como grupo puramente brasileiro.


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  • Uma Dança cheia de contrastes

    Claudia Wörner , Suedkurir/ Alemanha
    janeiro, 2015

    A São Paulo Companhia de Dança promoveu no sábado passado na sala lotada da casa Conde de Zeppelin, em Friedrichshafen, uma noite de dança de alto gabarito. O público agradeceu com exclamações de entusiasmo e com aplausos sem fim aos dançarinos brasileiros, que o levaram para um mundo de graça, força, estética e poesia. […]
    Depois desta noite, entende-se porque a Companhia de Dança de São Paulo, sob a direção artística de Inês Bogéa, conquistou dentro de curtíssimo espaço de tempo um lugar especial no mundo da dança internacional.


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