Destaques na Mídia

  • A eletricidade da dança brasileira

    David S. Tran , Le Progres/ França
    abril, 2016

    […] Os intérpretes são, de fato, formidáveis passado de uma forte técnica clássica e uma forma de transe oriental [na dança] […]


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  • Seasons e Gnawa, duas obras excepcionais dançadas pela São Paulo Companhia de Dança, encantam a Maison de la Danse em Lyon

    Odile Morain , Culture Box/ França
    abril, 2016

    […] A São Paulo Companhia de Dança simboliza a força e a sensualidade do Brasil e as transmite de forma deslumbrante e maravilhosa. Ao final do espetáculo, o público aplaudiu de pé os bailarinos brasileiros.
    Desde sua criação em 2008, a São Paulo Companhia de Dança é magistralmente dirigida pela bailarina, roteirista e documentarista, Inês Bogéa. Em menos de uma década, produziu cerca de 40 obras, incluindo 20 criações originais. A diversidade de seu repertório combinada com o virtuosismo de seus bailarinos contribui para o sucesso da companhia.


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  • Três excelentes coreografias contemporâneas para a São Paulo Companhia de Dança

    Sophie Jama , Le Huffington Post/ Canadá
    abril, 2016

    […] Pela primeira vez em Montreal, a Companhia de Dança de São Paulo, dirigida por Inês Bogéa, oferece por três noites apenas um programa triplo de altíssima qualidade. A companhia criada há oito anos prova o quanto a formação clássica, com tudo o que inclui os picos, beneficia o virtuosismo exigido nas obras contemporâneas de grandes coreógrafos.


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  • São Paulo Companhia de Dança: Bailarinos extremamente fortes fazem justiça a todos os coreógrafos!

    Alvina Ruprecht , Capital Critics Circle/ Canadá
    abril, 2016

    Uma bela noite que deu aos bailarinos da São Paulo Companhia de Dança a chance de nos mostrar a excelência de seu trabalho. Foi uma bela descoberta. Eles estarão de volta? Esperemos.


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  • Danse Danse traz os brasileiros (e o retorno de Éduard Lock)

    Rebecca Galloway , Back Track/ Canadá
    abril, 2016

    […] Montreal foi a parada final de uma turnê mundial que levou a jovem companhia brasileira para a Europa.
    […] Os bailarinos foram adoráveis – grande técnica, corpos lindos, totalmente comprometidos. […] A terceira e última parte foi, para mim, o destaque da noite, em que vemos surgir os verdadeiros poderes desta companhia ágil e dinâmica. Gnawa, de Nacho Duato, estava impecável, um grande meio para mostrar a extensão e a força dos bailarinos, e uma alegria de assistir do início ao fim. Gnawa utiliza os quatro elementos básicos – água, terra, fogo e ar – para descompactar a relação entre os seres humanos e o universo. A iluminação era quente, a parceria fresca e a ovação final? Impagável!


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  • V Gala Internacional de Ballet de Buenos Aires, Magnificência e Humor

    Patricia Casañas , MW Martin Wullich/ Argentina
    agosto, 2015

    […] Encerrou a excelente São Paulo Companhia de Dança, com uma obra jovial de Jíri Kylián: Sechs Tanze, música de Mozart e incrível atuação de nove bailarinos de perucas empoeiradas e crinolinas que, entre bolhas de sabão, finalizaram esta magnífica e esperada V Gala Internacional de Ballet de Buenos Aires.


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  • São Paulo Cia. de Dança – Indigo Rose/ Petite Mort/ Sechs Tänze

    Carolina Giovanelli , Veja/ São Paulo-SP
    junho, 2015

    Pelo oitavo ano, a São Paulo Companhia de Dança promove sua temporada no Teatro Sérgio Cardoso. A seleção de montagens costuma ganhar o público pela qualidade e pela mistura de dança contemporânea e clássica.


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  • Museu Dançante

    Laura Ming , Veja/ São Paulo-SP
    junho, 2015

    A proposta desta exposição que levou a São Paulo Companhia de Dança para dentro do MAM chama atenção pela originalidade. Saltos e piruetas são apresentados entre obras de arte – elas funcionam como cenário – e convidam os visitantes a interagir. Quando os artistas saem da cena, dá para flagrar pessoas dançando aleatoriamente maravilhadas com a encantadora experiência.


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  • Integração entre bailarinos e obras de arte na exposição Museu Dançante humaniza espaço museológico

    Paula Azulgaray , Revista IstoÉ/ São Paulo - SP
    abril, 2015

    Se fosse um corpo humano, a exposição Museu Dançante teria dois pulmões. Eles seriam a Bolha Vermelha (1968), de Marcelo Nitsche, e Templo (2000), de Franklin Cassaro, ambas obras infláveis, que se apresentam ora plenas de ar, ora esvaziadas. […] Mas a força vital do Museu Dançante está no corpo de baile da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), que interage com cada uma dessas obras em duas coreografias especialmente compostas para o projeto.
    Com curadoria de Felipe Chaimovich e Inês Bogéa, diretora da SPCD, o projeto coloca em diálogo as obras do acervo do MAM e os bailarinos da companhia. […]
    Estáticas ou cinéticas, as obras são sempre disparadoras do movimento dos visitantes – sejam eles bailarinos profissionais ou amadores. […] Este jogo de interações faz de Museu Dançante um experimento novo e corajoso […]


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  • Água, cores, luz e atmosferas cintilantes

    Jan Sting , Leverkusen er Anzeiger/ Alemanha
    abril, 2015

    O mais aclamado grupo de dança do Brasil, a São Paulo Companhia de Dança, entusiasmou o Forum Leverkusen. Foram coreografias brilhantes que a Companhia apresentou à plateia entusiasmada de todas as idades – havia também público profissional no grande salão. Afinal, a Bayer Kultur havia convidado a mais renomada Companhia Brasileira Contemporânea, que existe há apenas 7 anos.


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  • Um grupo de dança de alta musicalidade

    H.D Terschüren , Bonner Rundschau/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Foi uma sinfonia do corpo a apresentação da São Paulo Companhia de Dança no palco da Ópera de Bonn. O grupo é inspirado e dotado de uma grande musicalidade. Se engana quem subestima a companhia de São Paulo pelo seu pouco tempo de existência, pensando que por isso lhe faltaria internacionalidade. Ao contrário, sua conexão direta com a dança mundial é inclusive um de seus maiores trunfos.


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  • Do jogo de esconde ao ritual de transe

    Monika Klein , Rheinische Post/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Três peças de dança mostraram três facetas bem diferentes de um requintado e ainda jovem grupo de dança. A São Paulo Companhia de Dança, fundada em 2008, foi a convidada da Cultura Baviera nesta semana, sendo aclamada entusiasticamente pela plateia na sala do foro, inteiramente lotada. No entanto, a peça final, seguida de prolongado aplauso, foi, em comparação com a primeira parte, a que apresentou coreografias mais atuais (…) Nesta nova apresentação da coreografia In the Middle, Sommewhat Elevated de William Forsythe do ano de 1987, fascinou, acima de tudo, o impecável emprego da técnica dos nove dançarinos envolvidos. (…) Depois deste impulso de energia, seguiu a coreografia suave e fluida de Gnawa, de Nacho Duato, que expôs o lado gracioso da companhia brasileira que, aliás, chegou rapidamente até o topo do cenário de dança latino-americano. […]


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  • Feliz Leverkusen

    Günter Pick , Tanznetz/ Alemanha
    fevereiro, 2015

    Desta série foi vista a Companhia de Dança de São Paulo, que poderia também ser chamada de NDT brasileira. Não só porque todos os coreógrafos do programa também trabalharam para a NDT, mas porque os dançarinos dançam no mesmo nível elevado. Billy Forsythe não escreveu a sua obra prima In the Middle, Somewhat Elevated, que a Companhia mostrou durante a sua apresentação, nem para o seu grupo de dança de Frankfurt, nem para a NDT, mas para os artistas do balé da Ópera de Paris. No entanto, São Paulo não tem do que se envergonhar e se houvesse um campeonato de grupos de dançarinos (Deus nos livre de algo desse tipo), eles poderiam ocupar seu lugar no pódio como grupo puramente brasileiro.


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  • Uma Dança cheia de contrastes

    Claudia Wörner , Suedkurir/ Alemanha
    janeiro, 2015

    A São Paulo Companhia de Dança promoveu no sábado passado na sala lotada da casa Conde de Zeppelin, em Friedrichshafen, uma noite de dança de alto gabarito. O público agradeceu com exclamações de entusiasmo e com aplausos sem fim aos dançarinos brasileiros, que o levaram para um mundo de graça, força, estética e poesia. […]
    Depois desta noite, entende-se porque a Companhia de Dança de São Paulo, sob a direção artística de Inês Bogéa, conquistou dentro de curtíssimo espaço de tempo um lugar especial no mundo da dança internacional.


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  • Ritmo Brasileiro sem Samba

    Christiane Fasching , Trioler Tageszeitung/ Áustria
    julho, 2014

    […] A curta apresentação do excepcional elenco brasileiro ocorreu em dois espetáculos no Festival Tanzsommer (domingo e segunda), sob a direção de Inês Bogéa, e a companhia deu uma ideia de suas competências, não deixando nenhuma emoção de fora. Mostrou não apenas gracejo e doçura, mas também absoluta sensualidade. […]


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  • Com chapéu-coco, charme e cerejas douradas

    Jasmina Schebesta , Opernetz.De
    julho, 2014

    Como último espetáculo de dança da temporada, com a percepção reveladora de que, “no Brasil, a febre do futebol se calou”, a programação da Ópera de Colônia oferece aquela que é hoje a companhia de dança mais renomada do Brasil. […]
    Nas três obras, viu-se alto desempenho. A velocidade da execução é tal qual no campo de futebol: os jogadores correm atrás da bola em velocidade incrivelmente alta. Não é fácil para quem ainda ouve pedirem bis. Compreende-se que as peças de balé sejam tão curtas, não havendo acréscimo. Adeus, São Paulo Companhia de Dança – e obrigada!


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  • Primeiro balé romântico, La Sylphide retorna aos palcos

    Iara Biderman , Folha de São Paulo/ São Paulo-SP
    junho, 2014

    A São Paulo Companhia de Dança estreará a temporada 2014 um dia antes da abertura da Copa apostando na força de um grande clássico. […] La Sylphide, obra do século XIX escolhida para abrir as apresentações em São Paulo, é considerado o primeiro grande balé romântico. É também a primeira coreografia feita para sapatilhas de ponta e a que inaugurou o uso do tutu, a saia de tule branco que virou símbolo da bailarina clássica. […]
    No ano passado, a companhia teve um outro clássico, Romeu e Julieta, um dos maiores sucessos de sua trajetória, com todas as sessões lotadas. A temporada de 2014 começa com mais um recorde: o número de assinaturas para a programação completa passou de 433 em 2013 para 783 neste ano. […]


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  • Um jogo brasileiro de emoções

    L.M. , Corriere Dell Alto Adige/ Itália
    abril, 2014

    Abertura efervescente, a da 30ª edição do Festival de Dança de Bolzano [Itália]. Noite passada, a São Paulo Companhia de Dança, dirigida por Inês Bogéa, esteve pela primeira vez na Itália para o início oficial do festival. Ela não frustrou as expectativas e deixou em Bolzano um cartão de visitas de grande respeito. No programa, três coreografias muito distintas entre si, interpretadas com extraordinário talento e frescor pelos bailarinos da jovem e prestigiosa companhia brasileira. […]
    Para finalizar, os artistas exercitaram-se num clássico da dança contemporânea, mostrando em In the Middle, Somewhat Elevated, de Forsythe, não só a técnica requerida, mas também grande personalidade.


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  • Éduard Lock cria para a SPCD

    Maria Eugênia de Menezes , O Estado de São Paulo/ São Paulo-SP
    abril, 2014

    Uma coreografia de luzes. Assim se pode resumir a proposta de Édouard Lock, artista canadense que concebeu The Seasons. Criada sob encomenda para a São Paulo Companhia de Dança, a obra fará sua estreia mundial em Campinas, no próximo dia 26, traz as marcas que notabilizaram o coreógrafo: Os movimentos intensos e precisos. A transfiguração que opera no balé clássico. O uso intenso da luz, com centenas de mudanças para recortar os gestos dos bailarinos. […] Lock cria seu primeiro trabalho no Brasil, mas já havia passado pelo país nos anos 1980 e 90 com a sua própria Cia., a afamada La La La Human Steps. […] [Ele] já assinou obras para companhias, como a Nederlands Dans Theater e o Ballet de L Opéra de Paris. […]


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  • Beleza e talento: estrelas do balé iluminaram a gala do Teatro do Lago

    Claudia Ramirez Hein , La Tercera/ Chile
    março, 2014

    Uma noite memorável foi vivida no sábado no Teatro do Lago. Dessas que reluzem com todas as suas letras, na qual o balé como protagonista que se revestiu de luminárias que fizeram brilhar um já radiante entardecer sulista. A noite respirou frescor e talento por todos os lados e deixou um halo de fantasia.[…] Foi uma performance de excelência, onde afloraram as virtudes dos bailarinos, magnetizaram cada peça e deram lições interpretativas que calaram profundamente. […]


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